19/9/2026
Como usar o celular para organizar melhor a rotina, cuidar da saúde e até exercitar a mente? E de que maneira a Inteligência Artificial pode ajudar no dia a dia sem deixar de lado cuidados com segurança e confiabilidade das informações?
Essas foram algumas das questões abordadas na 6ª aula da série Autonomia Digital, realizada pela Capef na última quinta-feira (17), em parceria com a Mais Vívida. O encontro reuniu 111 Participantes únicos e teve como tema “Saúde e Mente Digital: como o celular e a Inteligência Artificial podem ser aliados da longevidade”.
Conduzida pela analista de Comunicação da Capef, Juliana Cavalcante, a programação contou com a participação do Diretor de Administração e Investimentos da Capef, Sérgio Clark, e do Diretor de Previdência, Henrique Tinoco. A aula foi ministrada por Ellyzeu Freitas, instrutor da Mais Vivida, que apresentou exemplos práticos de como recursos tecnológicos já disponíveis podem ser incorporados à rotina.
Não conseguiu acompanhar ao vivo ou quer rever o conteúdo? Assista abaixo à gravação completa da 6ª aula do Autonomia Digital.
Tecnologia a favor da longevidade
Um dos pontos centrais do encontro foi ampliar o conceito de longevidade. Além do fator “viver por mais tempo”, a discussão mostrou a importância de pensar em como viver melhor esses anos, considerando saúde física, saúde mental, inclusão digital e segurança financeira.
Na abertura, Henrique Tinoco destacou justamente a importância de associar o aumento da expectativa de vida à qualidade com que esses anos serão vividos.
“Mais importante do que simplesmente viver mais é saber como vamos viver essa longevidade. Precisamos vivê-la com mobilidade, qualidade de vida e renda. E a tecnologia e o celular podem ser grandes aliados nesse processo”, destacou o Diretor de Previdência.
Durante a aula, os Participantes conheceram possibilidades de utilização do próprio celular para apoiar esse processo, com recursos que ajudam a organizar compromissos, acompanhar atividades físicas, monitorar o sono e criar lembretes para tarefas importantes da rotina.
A proposta, segundo o instrutor, é fazer com que o conhecimento saia da teoria e seja incorporado ao cotidiano. Logo no início da apresentação, Ellyzeu comparou o aprendizado tecnológico a andar de bicicleta: é preciso conhecer, experimentar e, principalmente, praticar para desenvolver autonomia.
Inteligência Artificial na prática
A Inteligência Artificial também ocupou boa parte da programação. Ao longo do encontro, foram apresentados exemplos de como ferramentas como o ChatGPT podem funcionar como apoio para atividades do cotidiano.
Além das demonstrações práticas, a aula chamou atenção para os cuidados necessários ao utilizar essas ferramentas. Os Participantes foram orientados a não compartilhar informações sigilosas, dados bancários ou documentos sensíveis e a conferir informações importantes em outras fontes.
Outro alerta foi para o uso da IA em assuntos relacionados à saúde: a tecnologia pode auxiliar na busca e organização de informações, mas não substitui o acompanhamento ou o diagnóstico realizado por profissionais de saúde.
“O aplicativo acompanha, mas não diagnostica. É muito importante vocês entenderem isso”, alertou Ellyzeu Freitas.
Cuidar da mente também passa pelo ambiente digital
O impacto do conteúdo consumido diariamente no celular também entrou na conversa. Notícias alarmantes, excesso de informações e vídeos que despertam medo ou ansiedade podem influenciar o humor, o sono e até decisões relacionadas à saúde.
Nesse contexto, os Participantes receberam orientações para utilizar de maneira mais consciente os recursos das próprias plataformas, selecionando os conteúdos que desejam acompanhar e reduzindo a exposição ao que não contribui para seu bem-estar.
Ao falar sobre a proposta do encontro, Sérgio Clark destacou que temas como Inteligência Artificial, saúde mental e segurança digital já fazem parte do cotidiano e reforçou o papel do Autonomia Digital como espaço de compartilhamento de conhecimento.
Autonomia digital também na jornada previdenciária
Na parte final do encontro, a Capef aproveitou os quatro pilares discutidos durante a aula para fazer uma conexão com a segurança financeira e a autonomia previdenciária.
Foram apresentadas orientações sobre os canais digitais da Entidade e as possibilidades disponíveis para que os Participantes acompanhem informações relacionadas ao plano, aos seus recursos e à rentabilidade, além de acessarem serviços sem depender da ajuda de terceiros.
Durante essa parte da programação, Juliana compartilhou uma situação vivenciada recentemente com a própria mãe, que é aposentada. Em setembro, ela deixou de receber seu benefício porque havia esquecido de realizar o recadastramento, apesar dos alertas enviados anteriormente. Após identificarem o problema, o procedimento foi realizado em cerca de um minuto, mas o pagamento retroativo ficou para outubro.
A experiência serviu para ilustrar como o domínio de tarefas digitais relativamente simples pode fazer diferença em situações importantes do cotidiano.
“Às vezes, autonomia não significa entender tudo de tecnologia, mas dominar o necessário para a gente cuidar das coisas que são importantes para a gente”, destacou a analista de Comunicação.
Série continua disponível para os Participantes
Os encontros anteriores da série também permanecem disponíveis CLICANDO AQUI.

