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Visão da Gestão

2025 foi um ano de consistência nos resultados. O fechamento do exercício confirmou um cenário de evolução nos três planos, com metas e referenciais superados e decisões técnicas que ajudaram a dar mais previsibilidade ao que é, por natureza, de longo prazo.Uma parte desse avanço veio do próprio ambiente regulatório.

A alteração aprovada no fim de 2024, que restabeleceu a possibilidade de marcação na curva para ativos de longo prazo, reduziu distorções de curto prazo e ajudou a alinhar os resultados à lógica previdenciária. Somou-se a isso a disciplina de gestão, com leitura cuidadosa de cenário e decisões de alocação compatíveis com o perfil de cada plano.

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2025 foi um ano de consistência nos resultados. O fechamento do exercício confirmou um cenário de evolução nos três planos, com metas e referenciais superados e decisões técnicas que ajudaram a dar mais previsibilidade ao que é, por natureza, de longo prazo.

Uma parte desse avanço veio do próprio ambiente regulatório. A alteração aprovada no fim de 2024, que restabeleceu a possibilidade de marcação na curva para ativos de longo prazo, reduziu distorções de curto prazo e ajudou a alinhar os resultados à lógica previdenciária. Somou-se a isso a disciplina de gestão, com leitura cuidadosa de cenário e decisões de alocação compatíveis com o perfil de cada plano.

Tal desempenho se traduziu em conquistas. No Plano BD, além do resultado acima da meta atuarial, consolidamos uma mudança estrutural com a atualização do Art. 86, aprovada pela Previc, que passou a garantir reajuste anual pela inflação integral, trazendo previsibilidade aos Assistidos. No mesmo movimento, confirmamos nova redução da contribuição extraordinária, que passa a 18,3%. No Plano CV I, a rentabilidade acima da meta abriu espaço para reposições de benefícios e novas reduções de taxas a partir de 2026. O Plano Família manteve desempenho sólido, com estratégia aderente ao perfil de acumulação e aos objetivos de médio e longo prazo dos Participantes.

Com a casa técnica organizada, 2025 também foi um ano em que crescemos em escala. Encerramos o ano com R$ 7,6 bilhões sob gestão, reflexo de uma trajetória de solidez construída ao longo de 58 anos e da confiança de quem acompanha a Entidade de perto. Crescemos também na porta de entrada. Foram 4.476 novos participantes em 2025, com avanço importante nos Planos CV I e Família, e uma arrecadação recorde de mais de R$ 24 milhões em portabilidades, aportes extras e antecipações de TSP. Esse movimento fortalece os planos porque aumenta massa, melhora escala e consolida hábito de contribuição.

A proximidade seguiu como um pilar. O Capef na Estrada esteve em 12 estados e no Distrito Federal. Realizamos eventos e reuniões presenciais e online que alcançaram mais de 3,8 mil Participantes. Estar presente, ouvir e orientar continua sendo uma das formas mais objetivas de apoiar decisões melhores.

Educação financeira e previdenciária também entrou com força na agenda. Tivemos ações como Semana ENEF e Autonomia Digital, além do Dia do Participante e do 32º Seminário de Investimentos e Benefícios, que reuniu cerca de mil Participantes e conectou o público a debates que influenciam escolhas de longo prazo. Essa linha de trabalho ajuda a explicar outro dado que nos dá direção. A Pesquisa de Satisfação 2025 apontou 94,65% de aprovação geral. É um sinal de que a experiência melhorou, e também um compromisso de continuar ajustando processos, linguagem e canais.

Também atualizamos a política de empréstimos, com condições ajustadas para apoiar projetos pessoais e reorganização financeira, mantendo prudência e sustentabilidade da carteira.

Na operação, avançamos em digitalização e autonomia. Ampliamos processos 100% digitais, implantamos o Assistente Virtual com inteligência artificial para atendimento 24 horas, e entregamos novas funcionalidades no site, no app e no simulador de portabilidade, para dar mais clareza de custos e rentabilidade na comparação entre planos.

O ano foi de conquistas. Mas nada disso se sustenta sem participação. A cada Participante, conselheiro, gestor e colaborador que acompanhou, cobrou, sugeriu e construiu junto, fica o registro do nosso reconhecimento. 2026 começa com a mesma direção. Mais transparência, mais eficiência e mais decisões bem explicadas, do jeito que a previdência precisa ser.

Fique por Dentro

Plano Família passa a ter contribuições corrigidas pelo IPCA a partir de abril

Atualização acompanha a inflação e mantém o plano preparado para o longo prazo

A partir de abril de 2026, as contribuições dos participantes do Plano Família passarão a ser atualizadas anualmente pelo IPCA, índice oficial que mede a inflação no Brasil.

A medida tem como objetivo preservar o valor real do seu esforço de poupança, garantindo que cada contribuição continue produzindo resultados consistentes ao longo do tempo.

Importante ressaltar que a mudança não se aplica aos Participantes do Plano Família patrocinado (INEC, Camed Microcrédito, Camed Saúde e Camed Corretora), os quais seguem regras específicas definidas pelo patrocinador.

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A partir de abril de 2026, as contribuições dos participantes do Plano Família passarão a ser atualizadas anualmente pelo IPCA, índice oficial que mede a inflação no Brasil.

A medida tem como objetivo preservar o valor real do seu esforço de poupança, garantindo que cada contribuição continue produzindo resultados consistentes ao longo do tempo.

Importante ressaltar que a mudança não se aplica aos Participantes do Plano Família patrocinado (INEC, Camed Microcrédito, Camed Saúde e Camed Corretora), os quais seguem regras específicas definidas pelo patrocinador.

🔎 Como era?

Até então, o participante definia o valor da sua contribuição — respeitando um valor mínimo — e esse valor permanecia inalterado por anos.

No entanto, quando a contribuição fica fixa por longos períodos, ela perde poder de compra devido à inflação, reduzindo o potencial de acumulação da reserva previdenciária.

🔄 Como será daqui em diante?

A partir de abril de 2026:

As contribuições dos participantes autopatrocinados, atuais e futuros, serão reajustadas pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo).

Desde janeiro de 2026, a contribuição mínima mensal para novas adesões passou de R$ 100,00 para R$ 150,00, medida essencial para fortalecer a formação de reservas no longo prazo. Para esse público, só haverá reajuste a partir de 2027.

Para os Participantes que aderiram ao plano até dezembro de 2025 e possuem contribuição atual abaixo de R$ 150, o valor será atualizado pelo IPCA a partir de abril/26, com reajustes anuais a partir dessa data.

Essa atualização não representa aumento real, mas sim uma correção necessária para preservar o valor da contribuição, mantendo o plano protegido dos efeitos da inflação. Na prática, ela reforça a sustentabilidade do Plano Família e mantém o seu planejamento previdenciário alinhado ao custo de vida.

Vale lembrar que o Plano Família continua sendo flexível e o Participante permanece no controle do seu planejamento. Caso seja necessário ajustar o orçamento, é possível alterar o valor da contribuição mensal a qualquer momento, respeitado apenas o valor mínimo definido para o plano.

O valor reajustado da sua contribuição estará disponível no site da Capef a partir de 23 de março, podendo ser consultado ou alterado, através do menu: “Previdência – Minha contribuição”, ou por ESTE LINK.

Destaque da Edição

Construindo um Futuro Campeão: Capef lança campanha inspirada no clima de Copa do Mundo

Nova iniciativa convida Participantes a fortalecer sua jornada previdenciária por meio de ações previdentes, e ainda concorrer a premiações ao longo do ano.

O ano de 2026 será especial para os amantes do futebol. Com a Copa do Mundo movimentando torcidas ao redor do planeta, a Capef decidiu aproveitar esse clima para lançar uma campanha que conecta estratégia, disciplina e visão de longo prazo, elementos presentes tanto dentro de campo quanto na construção de um futuro financeiro sólido.

Com o tema “Construindo um Futuro Campeão”, a iniciativa propõe uma analogia entre o planejamento previdenciário e uma grande competição. Assim como no esporte, cada etapa exige preparação, escolhas conscientes e decisões que podem fazer a diferença no resultado final.

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O ano de 2026 será especial para os amantes do futebol. Com a Copa do Mundo movimentando torcidas ao redor do planeta, a Capef decidiu aproveitar esse clima para lançar uma campanha que conecta estratégia, disciplina e visão de longo prazo, elementos presentes tanto dentro de campo quanto na construção de um futuro financeiro sólido.

Com o tema “Construindo um Futuro Campeão”, a iniciativa propõe uma analogia entre o planejamento previdenciário e uma grande competição. Assim como no esporte, cada etapa exige preparação, escolhas conscientes e decisões que podem fazer a diferença no resultado final.

A campanha reúne ações voltadas a diferentes momentos da jornada previdenciária, incentivando Participantes a evoluir de fase por meio de atitudes que fortalecem sua reserva para o futuro.

Descubra em que fase do campeonato você está

Para ajudar os Participantes a entenderem melhor essa jornada, foi criada uma página especial da campanha, onde é possível conhecer as fases do “campeonato previdenciário” e entender como cada ação pode contribuir para fortalecer o planejamento financeiro ao longo do tempo.

ACESSAR PÁGINA

Nesse espaço, os Participantes encontram a explicação de cada etapa, desde quem está começando a construir sua reserva até quem já busca fortalecer sua estratégia com aportes, aumento de contribuição, portabilidade ou maior envolvimento da família no planejamento financeiro.

Um dos destaques da página é o quiz interativo, que permite descobrir rapidamente em que fase do campeonato cada pessoa se encontra. Em segundos, o Participante responde uma pergunta e recebe uma indicação personalizada com sugestões de ações que podem ajudar a avançar no jogo do futuro financeiro.

QUERO FAZER O QUIZ

Uma jornada que também pode render premiações

Além de estimular ações que ajudam a construir um futuro mais sólido, a campanha também contará com premiações distribuídas em diferentes categorias ao longo do ano.

Algumas ações dão direito a prêmios imediatos por meio de raspadinhas digitais, enquanto outras garantem participação em sorteios realizados ao final da campanha.

Confira abaixo as categorias da campanha, os critérios de participação e as premiações previstas.


O jogo do futuro começa agora

A campanha Construindo um Futuro Campeão foi pensada para transformar decisões financeiras importantes em uma jornada mais leve, didática e próxima da realidade dos Participantes.

O objetivo é mostrar que o futuro financeiro não depende de sorte. Ele é resultado de planejamento, disciplina e escolhas feitas ao longo do caminho.

E, assim como no futebol, quem treina, se prepara e joga com estratégia aumenta muito suas chances de levantar o troféu.

Descubra sua fase

Quer saber em que fase do campeonato previdenciário você está?

Acesse a página da campanha, responda ao quiz e descubra quais jogadas podem ajudar a fortalecer seu futuro.

👉 Acessar a campanha Construindo um Futuro Campeão

Notícias CAPEF

NOVO ACONTECE
Mais digital, ágil e conectado com você
A forma como consumimos informação mudou, e a Capef acompanha essa evolução. A partir desta edição, o seu informativo Acontece migra para uma experiência totalmente digital, interativa e Mobile-First.
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Acontece estreia nova experiência digital, com navegação em apenas uma página
A forma como consumimos informação mudou, e a Capef acompanha essa evolução. A partir desta edição, o seu informativo Acontece migra para uma experiência totalmente digital, interativa e Mobile-First (pensada primeiro para o celular).

Por que mudamos? Nosso objetivo central é a melhoria da experiência do leitor. Como a maioria dos nossos participantes acessa as notícias pelo smartphone, desenvolvemos uma plataforma que valoriza o seu tempo e oferece novos recursos de interatividade:

Leitura Fluida: O layout é inteligente e se ajusta automaticamente à tela do seu dispositivo, garantindo conforto visual seja no celular, tablet ou computador.

Agilidade: Todas as seções essenciais estão dispostas em uma única rolagem, permitindo que você encontre o que precisa em segundos.

Conteúdo Multimídia: Agora, você consegue assistir a vídeos dentro do próprio informativo, sem precisar sair da página ou interromper sua leitura.

Navegue, explore o novo layout e fique por dentro do que acontece na sua Entidade com a agilidade que o seu dia a dia pede.
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RETROSPECTIVA 2025
Resultados, decisões e perspectivas
A Retrospectiva 2025 marcou o primeiro grande encontro da Capef com seus Participantes em 2026. Realizado no dia 15 de janeiro, o evento on-line reuniu 234 Participantes em um momento dedicado a apresentar o balanço do ano, os reajustes aplicados aos benefícios e os principais caminhos projetados para os próximos meses.
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Diretoria apresenta resultados de 2025, reajustes dos planos e perspectivas para 2026
A Retrospectiva 2025 marcou o primeiro grande encontro da Capef com seus Participantes em 2026. Realizado no dia 15 de janeiro, o evento on-line reuniu 234 Participantes em um momento dedicado a apresentar o balanço do ano, os reajustes aplicados aos benefícios e os principais caminhos projetados para os próximos meses.

Conduzido pelos três diretores da Entidade — Ocione Mendonça, Diretor-Presidente; Sérgio Clark, Diretor de Administração e Investimentos; e Henrique Tinoco, Diretor de Previdência —, o encontro integrou a agenda de transparência da Capef e abriu espaço para esclarecimentos e diálogo direto com os Participantes.

Na abertura, Ocione Mendonça destacou o papel da Retrospectiva como instrumento de prestação de contas e aproximação com o público. Segundo ele, o evento permite apresentar os resultados de forma consolidada e, ao mesmo tempo, tratar de temas que impactam diretamente a previdência dos Participantes.

Desempenho dos planos e reajustes

Durante a apresentação, a Diretoria detalhou o desempenho dos Planos BD, CV I e Plano Família ao longo de 2025, contextualizando os resultados dentro do cenário econômico e das estratégias adotadas pela gestão.

Sérgio Clark ressaltou que o desempenho dos investimentos foi determinante para sustentar decisões relevantes relacionadas aos benefícios. A superação das metas ao longo do ano possibilitou a aplicação dos reajustes previstos e reforçou o equilíbrio dos planos no longo prazo.

No Plano BD, foi confirmado o reajuste integral pelo INPC (3,90%) e a redução da contribuição extraordinária, que passou de 18,9% para 18,3% a partir de janeiro de 2026. Já no Plano CV I, a Diretoria explicou que os reajustes variam conforme o grupo de Assistidos, de acordo com as regras aplicáveis ao período de concessão do benefício.

Em relação ao Plano Família, foi apresentado o desempenho de 2025, que superou o índice de referência anual atrelado ao CDI, além do crescimento contínuo da base de Participantes.

Gestão, serviços e modernização

Além dos resultados financeiros, a Retrospectiva também reuniu avanços relacionados à gestão administrativa e ao atendimento. Foram destacadas iniciativas de modernização dos serviços, com ampliação do uso de ferramentas digitais, automações e recursos de inteligência artificial, com o objetivo de tornar os processos mais ágeis e melhorar a experiência dos Participantes.

A Diretoria também retomou ações de relacionamento e educação financeira realizadas ao longo do ano, como encontros presenciais em diferentes localidades, participação em eventos institucionais e iniciativas voltadas à disseminação de informações previdenciárias.

Espaço para diálogo e participação

Como parte da dinâmica do evento, os Participantes puderam enviar perguntas previamente e interagir ao vivo durante a transmissão. As questões abordaram temas relacionados aos planos, aos reajustes, à gestão dos investimentos e às perspectivas para 2026, contribuindo para um debate alinhado às principais dúvidas do público.

Como bônus, disponibilizamos um PDF com as perguntas e respostas mais frequentes enviadas pelos participantes:
Avaliação do evento

Entre os Participantes que responderam à pesquisa de avaliação, 91% atribuíram notas 9 e 10, com destaque para a didática nas respostas aos questionamentos e a clareza das explicações apresentadas durante o encontro.
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PLANO CV I
Ajuste na forma de apropriação do custeio
A partir de janeiro de 2026, o custeio administrativo dos Assistidos do Plano CV I passa por dois ajustes importantes. A taxa de administração é reduzida de 2,7% para 2,5% e a parcela do custeio incidente sobre o saldo individual da fase de Renda Certa a Prazo Certo passa a ter nova forma de apropriação ao fundo administrativo.
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CV I tem atualização na forma de apropriação do custeio e redução na taxa dos Assistidos

A partir de janeiro de 2026, o custeio administrativo dos Assistidos do Plano CV I passa por dois ajustes importantes. A taxa de administração é reduzida de 2,7% para 2,5% e a parcela do custeio incidente sobre o saldo individual da fase de Renda Certa a Prazo Certo passa a ter nova forma de apropriação ao fundo administrativo.

ENTENDA
No Plano CV I, os Assistidos contribuem para o custeio administrativo por meio de uma taxa única aplicada sobre o saldo individual no momento da concessão do benefício. Essa regra permanece inalterada quanto ao desconto da taxa, que continua sendo realizado na concessão, conforme previsto no Regulamento.

A mudança diz respeito à forma de apropriação ao Plano de Gestão Administrativa da parcela do custeio administrativo vinculada à fase de Renda Certa a Prazo Certo, que é estruturada em conta individual.

A partir de 2026, essa parcela passa a ser apropriada de forma gradual, ao longo do período de pagamento do benefício, e não mais integralmente no momento da concessão.

Na prática, isso significa que, em caso de falecimento do Assistido durante a fase de Renda Certa a Prazo Certo, sem beneficiário de pensão, a parcela do custeio administrativo ainda não apropriada acompanha o saldo remanescente destinado aos herdeiros legais, tornando a regra mais justa nesses casos.

A nova sistemática aplica-se aos benefícios de aposentadoria programada concedidos a partir de 1º de janeiro de 2026, conforme o Plano de Custeio do exercício.
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PLANO FAMÍLIA
Contribuição mínima para novas adesões passa a ser de R$ 150
O Plano Família agora tem um novo valor mínimo de contribuição para novas adesões. Quem entrar no plano a partir de 2026, passa a contribuir com, no mínimo, R$ 150 por mês, em vez de R$ 100.
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Plano Família atualiza contribuição mínima para novas adesões; para quem já está no plano, regra segue como antes
O Plano Família agora tem um novo valor mínimo de contribuição para novas adesões. Quem entrar no plano a partir de 2026, passa a contribuir com, no mínimo, R$ 150 por mês, em vez de R$ 100.

A mudança vale somente para novos entrantes. Para quem já está no Plano Família antes da mudança, nada muda. As contribuições seguem exatamente como estão hoje, sem necessidade de qualquer ajuste.

Segundo o Diretor de Previdência da Capef, Henrique Tinoco, a atualização ajuda a alinhar a entrada do plano a uma lógica simples de formação de reserva:
“R$ 50 a mais por mês parece pouco no dia a dia, mas faz diferença quando a ideia é construir constância e acumular patrimônio ao longo do tempo. É um valor que melhora o ritmo de contribuição sem tirar o plano do campo do acessível”.
O Plano Família está disponível para:

• funcionários do Banco do Nordeste (BNB);
• funcionários da Camed Saúde, Corretora e Microcrédito;
• funcionários do INEC;
• funcionários da Capef
• participantes da Capef;
• familiares de até 3º grau dos Participantes.

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PLANO BD
Contribuição Extraordinária em pauta
Quando o assunto é contribuição extraordinária do Plano BD, quase sempre surgem as mesmas perguntas. Quando vai reduzir de novo? Até quando vai existir? O fechamento de 2025 trouxe uma atualização sobre esse debate.
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“Sempre que houver espaço técnico, vamos usar o resultado para aliviar a taxa extraordinária dos Participantes do Plano BD”, afirma Diretor de Previdência
Quando o assunto é contribuição extraordinária do Plano BD, quase sempre surgem as mesmas perguntas. Quando vai reduzir de novo? Até quando vai existir? O fechamento de 2025 trouxe uma atualização sobre esse debate. A contribuição extraordinária dos Assistidos terá nova redução e passa de 18,9% para 18,3%.

O tema já tinha aparecido no 32º Seminário de Investimentos e Benefícios da Capef, em dezembro, durante o painel “Gestão, Resultados e Benefícios dos Planos Capef”. Na ocasião, o Diretor de Previdência, Henrique Tinoco, explicou por que a queda precisa ser construída com critério técnico, sem atalhos.
“Nas últimas avaliações, o entendimento do Conselho Deliberativo tem sido bem claro. Sempre que houver espaço técnico, vamos usar o resultado para aliviar a taxa extraordinária dos Participantes do Plano BD”, disse Tinoco.
Um plano maduro, uma folha grande e pouco espaço para erro

Tinoco lembrou que o BD é hoje o plano mais maduro da Entidade. A base é bastante longeva e a necessidade de liquidez é alta.

Segundo ele, a Capef paga por ano algo próximo de R$ 500 milhões em benefícios, e cerca de 95% desse volume vem do Plano BD.
“Temos aposentados que contribuíram por 30 anos e já recebem benefício há mais de 40. É um plano com concentração forte na faixa de 71 a 80 anos. Isso exige muito cuidado na forma como alocamos os recursos, porque não podemos correr o risco de faltar liquidez para pagar essa folha”, afirmou durante o seminário".
Esse ponto muda a conversa sobre “acelerar” reduções. No BD, o que parece solução rápida, se vier com risco fora de medida, vira problema.

Meta atuarial alta e retorno com responsabilidade

Outro ponto destacado por Tinoco foi a taxa de juros usada nas projeções do plano. A meta atuarial do BD é de 5,25% ao ano acima da inflação, uma das mais elevadas entre planos semelhantes.
“Alcançar 5,25% reais com o nível de segurança que buscamos não é trivial. É como quando olhamos nossas aplicações pessoais. Para tentar um juro maior, muitas vezes é preciso aceitar riscos que não fazem sentido no longo prazo. No plano, essa escolha tem impacto direto na capacidade de pagar benefícios”, resumiu.
Foi dentro desse compromisso com segurança e previsibilidade que, ao longo dos anos, a carteira do BD passou a ter peso relevante em títulos públicos de longo prazo, com taxa contratada acima da meta. Essa estratégia dá estabilidade e ajuda o plano a atravessar ciclos sem depender de “um ano perfeito”.

Por que a extraordinária existe e por que ela vem caindo?

No seminário, Tinoco também retomou o histórico da contribuição extraordinária. Após o acordo firmado em 2003, existia previsão de que a taxa pudesse chegar perto de 29%.
“Imagina ganhar 100 e deixar 29 só na contribuição extraordinária. É um peso enorme, mas naquele momento era o que garantia a sustentabilidade do plano e o pagamento dos 71% de benefício”, destacou.
Com o tempo, o percentual foi sendo reduzido de forma gradual. Tinoco atribuiu essa trajetória a uma combinação bem prática. Ajustes de gestão, disciplina de custos e, principalmente, resultados de investimentos acima da meta quando o cenário permitiu. Esse caminho levou ao patamar de 18,9% e agora abre espaço para a nova redução, para 18,3%.

E a venda de imóveis, onde entra nisso?

Durante o debate, surgiu a dúvida sobre o papel da venda de imóveis da carteira no esforço de reduzir a extraordinária. Tinoco explicou que o ponto central não é o valor “no papel”. O que importa é a troca de uma rentabilidade baixa por outra mais elevada.
“Temos imóveis que rendem 2,5%, 3% ao ano. Quando vendemos e realocamos esses recursos em ativos que pagam juros próximos de 15% ao ano, essa diferença ajuda a gerar resultado atuarial”, afirmou.
Ele ainda citou um exemplo simples para ilustrar a lógica.
“Na prática, deixamos de ganhar 2,5% sobre 100 e passamos a ganhar 15% sobre 90, por exemplo. Essa diferença é que, no fim do exercício, vira superávit e pode ser direcionada para reduzir a contribuição extraordinária".
“Quando a contribuição extraordinária vai acabar?”

Essa foi uma pergunta feita no seminário e Tinoco respondeu sem vender prazo.

A tendência é de redução contínua, mas não existe data certa para zerar. A velocidade depende de três fatores. Resultados acima da meta atuarial, disciplina de custos e eventual ingresso de recursos adicionais, inclusive em negociações com o patrocinador.

Ele também fez um alerta importante para alinhar expectativa com estratégia.
“Ela vai acabar? Pode até acontecer em algum momento, mas não necessariamente é a melhor estratégia. Quando o Participante aporta 1%, o Banco aporta outro 1%. Zerar completamente a taxa pode não ser o caminho mais inteligente. O horizonte mais razoável é buscar algo próximo da contribuição prevista originalmente, em torno de 10%, que já representaria um alívio muito relevante para todos”, avaliou.
Ao encerrar o tema, ele resumiu o limite técnico que guia essas decisões.
“Temos o desafio de melhorar, sim, mas também o desafio de fazer funcionar bem o que já existe. O que não podemos é adotar estratégias de risco que, em vez de ajudar, agravem o problema que estamos tentando resolver”, finalizou.
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32º SEMINÁRIO
Cenário, longevidade e Política de Investimentos
Realizado em 28 de novembro, o 32º Seminário de Investimentos e Benefícios da Capef reuniu dirigentes, especialistas e representantes do sistema para discutir tendências, riscos e decisões que impactam diretamente os Participantes.
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Longevidade, cenário econômico e diretrizes de investimentos para 2026 marcam o 32º Seminário da Capef
Realizado em 28 de novembro, no Centro Administrativo do Banco do Nordeste (Passaré), com transmissão pelo YouTube, o 32º Seminário de Investimentos e Benefícios da Capef reuniu dirigentes, especialistas e representantes do sistema para discutir tendências, riscos e decisões que impactam diretamente os Participantes.

Ao longo de um dia inteiro de programação, o evento registrou aproximadamente mil participações, somando público presencial e on-line.

Na abertura (vídeo abaixo), o Diretor Presidente da Capef, Ocione Mendonça, situou o Seminário como um momento de prestação de contas e de preparação para o ciclo seguinte, conectando cenário, estratégia e decisões de gestão.

Representando o patrocinador, a Diretora de Administração do Banco do Nordeste, Ana Teresa Barbosa de Carvalho, abordou a previdência complementar como parte do planejamento de longo prazo e citou pontos discutidos ao longo de 2025, como a alta adesão de novos funcionários ao Plano CV I e a mudança do Art. 86 do Plano BD, que passa a garantir reajuste anual pela inflação.

Previdência, economia e longevidade

A programação aberta ao público reuniu três blocos principais. O primeiro tratou de tendências e desafios da previdência complementar, com participação de representantes do setor e discussão sobre caminhos regulatórios e sustentabilidade do sistema. Na sequência, o debate avançou para cenário econômico e geopolítico, com leitura de juros, inflação, câmbio, crescimento e riscos de mercado, olhando especialmente para como essas variáveis afetam preços de ativos e decisões de alocação.

Fechando a manhã, o tema foi longevidade, conectando o envelhecimento da população à sustentabilidade dos planos e ao planejamento individual de longo prazo.

No período da tarde (assista abaixo), a pauta se voltou para o comportamento do investidor e para as diferentes classes de ativos que compõem carteiras previdenciárias. O painel “Investidor 360°: preparado para múltiplos cenários” debateu alternativas de diversificação e leitura de risco e oportunidade em crédito estruturado e renda variável. Depois, a palestra magna trouxe o tema planejamento financeiro ao longo da vida, discutindo escolhas, consistência e estratégia para sustentar decisões de longo prazo.
Política de Investimentos 2026: linhas gerais e estratégia por plano

Encerrada a programação aberta, o Seminário seguiu em formato restrito aos Participantes, com apresentações voltadas à gestão dos planos e às linhas gerais da Política de Investimentos para 2026.

Confira abaixo:

PLANO BD

PLANO CV I

PLANO FAMÍLIA

Para finalizar, a Diretoria de Previdência conectou estratégia e benefícios, destacando as características de cada plano.

No BD, o foco esteve na maturidade do plano, na necessidade de liquidez e no compromisso com decisões que preservem a capacidade de pagamento dos benefícios.

No CV I, foram reforçadas a dinâmica de acumulação e a relação direta entre desempenho e conta individual.

No Plano Família, o debate destacou o perfil de formação de reserva e o avanço do plano na consolidação de base e patrimônio.

PERDEU O EVENTO?

Acesse as apresentações e a transmissão completa, CLICANDO AQUI.

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SOLIDARIEDADE
Capef arrecada 1,6 tonelada para a campanha Natal Sem Fome
Uma campanha interna da Capef realizada ao longo dos últimos meses resultou na arrecadação de 1.634 kg de alimentos, destinados à campanha Natal Sem Fome, uma das maiores mobilizações solidárias do país.
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Equipe da Entidade se engaja em ação solidária e entrega 1,6 tonelada de alimentos ao Natal Sem Fome
Solidariedade colocada em prática. Uma campanha interna da Capef realizada ao longo dos últimos meses resultou na arrecadação de 1.634 kg de alimentos, destinados à campanha Natal Sem Fome, uma das maiores mobilizações solidárias do país. A ação envolveu diferentes áreas da Entidade e somou esforços em apoio à iniciativa no Ceará.

O movimento de doação também ganhou força durante o 32º Seminário de Investimentos e Benefícios da Capef. Atendendo ao convite divulgado no credenciamento do evento, os Participantes que estiveram no auditório contribuíram com a campanha, somando 49 kg de alimentos, que se juntaram ao volume arrecadado internamente.

Para o Diretor-Presidente da Capef, Ocione Mendonça, o resultado reflete o envolvimento coletivo da equipe.

“Foi uma mobilização muito bonita. A campanha aconteceu dentro da Capef com a participação de praticamente todo mundo: funcionários, gestores, diretores, estagiários, terceirizados e até Participantes. Cada doação representou um gesto simples, mas que, somado, faz diferença real para quem precisa”, afirmou.

No Estado, o Natal Sem Fome é coordenado pelo Instituto Nordeste Cidadania (Inec), em parceria com o Banco do Nordeste, e integra uma mobilização nacional reconhecida como a maior campanha de arrecadação de alimentos da América Latina, com atendimento a centenas de instituições sociais.
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Futuro em pauta

“Essa conta não fecha”: os desafios demográficos que pressionam o futuro da previdência
Baixa natalidade, longevidade crescente e pressão por novas reformas colocam a previdência no centro do debate.

Durante o painel “Futuro da Previdência: Novos Rumos e Possibilidades” no 32º Seminário de Investimentos e Benefícios da Capef, o Diretor-Presidente da Abrapp, Devanir Silva, chamou atenção para um tema que tende a ganhar força nos próximos anos: a necessidade de uma nova reforma previdenciária no Brasil.

Segundo ele, apesar da reforma de 2019 ter sido ampla, o país se encaminha para um cenário em que mudanças adicionais serão inevitáveis.

“A reforma de 2019 foi importante, mas não foi suficiente. Ela foi paramétrica. O Brasil precisa de uma reforma estrutural, e qualquer governo que assumir em 2027 vai ter que enfrentar esse debate”, afirmou.
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Durante o painel “Futuro da Previdência: Novos Rumos e Possibilidades” no 32º Seminário de Investimentos e Benefícios da Capef, o Diretor-Presidente da Abrapp, Devanir Silva, chamou atenção para um tema que tende a ganhar força nos próximos anos: a necessidade de uma nova reforma previdenciária no Brasil.Segundo ele, apesar da reforma de 2019 ter sido ampla, o país se encaminha para um cenário em que mudanças adicionais serão inevitáveis.

Segundo ele, apesar da reforma de 2019 ter sido ampla, o país se encaminha para um cenário em que mudanças adicionais serão inevitáveis.

“A reforma de 2019 foi importante, mas não foi suficiente. Ela foi paramétrica. O Brasil precisa de uma reforma estrutural, e qualquer governo que assumir em 2027 vai ter que enfrentar esse debate”, afirmou.

Demografia: o centro da preocupação

Devanir reforçou que a discussão não é política, e sim matemática.

A combinação de baixa natalidade, maior longevidade e um sistema baseado em transferência entre gerações pressiona a sustentabilidade previdenciária.

Ele destacou:

• “Desde 2010, o Brasil não repõe mais suas famílias.”

• A taxa de fecundidade está em 1,5, quando seriam necessários 2,1 filhos por mulher apenas para manter o tamanho da população.

• Ao mesmo tempo, “as pessoas vão viver mais de 120 anos, e quem já nasceu para viver 120 anos já está entre nós”, mencionou.

Diante desse quadro, ele resumiu o problema:

“Quando nasce menos gente e se vive muito mais, em um sistema que transfere recursos entre gerações, essa conta não fecha”.

O modelo híbrido como tendência

Devanir apontou caminhos adotados por países que enfrentaram desafios semelhantes, indicando que o Brasil deverá seguir direção parecida.

Segundo ele:

Deve existir uma previdência básica, cobrindo renda até algo próximo da média salarial brasileira atual, cerca de R$ 3.300.

Acima disso, um modelo capitalizado obrigatório, administrado por entidades qualificadas, como as Entidades Fechadas de Previdência Complementar, poderia complementar a proteção previdenciária.

“Esse modelo híbrido é uma tendência clara. A previdência pública continua, mas a capitalização obrigatória entra para fortalecer o sistema e garantir equilíbrio a longo prazo”, explicou.

Educação previdenciária como ponto crítico

O dirigente também chamou atenção para outro fator estrutural: a cultura de poupança do brasileiro. “Nós poupamos muito pouco, consumimos demais e não pensamos no longo prazo”, alertou.

Ele citou especialmente o comportamento das gerações mais jovens, marcadas pelo trabalho informal e pela ausência de contribuição previdenciária contínua. “O jovem acha que não adoece, não envelhece. Só que essas coisas acontecem”.

Para ele, programas de formação e conscientização precisam ser ampliados ainda no ensino médio, criando uma base mínima de educação financeira e previdenciária para as novas gerações.

Tudo isso reforça por que a previdência complementar ganha protagonismo num país que envelhece rápido e poupa pouco. Em meio às mudanças que se aproximam, contar com um plano sólido, sustentável e pensado para o longo prazo se torna cada vez mais relevante para quem busca segurança financeira no futuro.

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