Visão da Gestão

2025 foi um ano de consistência nos resultados. O fechamento do exercício confirmou um cenário de evolução nos três planos, com metas e referenciais superados e decisões técnicas que ajudaram a dar mais previsibilidade ao que é, por natureza, de longo prazo.Uma parte desse avanço veio do próprio ambiente regulatório.

A alteração aprovada no fim de 2024, que restabeleceu a possibilidade de marcação na curva para ativos de longo prazo, reduziu distorções de curto prazo e ajudou a alinhar os resultados à lógica previdenciária. Somou-se a isso a disciplina de gestão, com leitura cuidadosa de cenário e decisões de alocação compatíveis com o perfil de cada plano.

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2025 foi um ano de consistência nos resultados. O fechamento do exercício confirmou um cenário de evolução nos três planos, com metas e referenciais superados e decisões técnicas que ajudaram a dar mais previsibilidade ao que é, por natureza, de longo prazo.

Uma parte desse avanço veio do próprio ambiente regulatório. A alteração aprovada no fim de 2024, que restabeleceu a possibilidade de marcação na curva para ativos de longo prazo, reduziu distorções de curto prazo e ajudou a alinhar os resultados à lógica previdenciária. Somou-se a isso a disciplina de gestão, com leitura cuidadosa de cenário e decisões de alocação compatíveis com o perfil de cada plano.

Tal desempenho se traduziu em conquistas. No Plano BD, além do resultado acima da meta atuarial, consolidamos uma mudança estrutural com a atualização do Art. 86, aprovada pela Previc, que passou a garantir reajuste anual pela inflação integral, trazendo previsibilidade aos Assistidos. No mesmo movimento, confirmamos nova redução da contribuição extraordinária, que passa a 18,3%. No Plano CV I, a rentabilidade acima da meta abriu espaço para reposições de benefícios e novas reduções de taxas a partir de 2026. O Plano Família manteve desempenho sólido, com estratégia aderente ao perfil de acumulação e aos objetivos de médio e longo prazo dos Participantes.

Com a casa técnica organizada, 2025 também foi um ano em que crescemos em escala. Encerramos o ano com R$ 7,6 bilhões sob gestão, reflexo de uma trajetória de solidez construída ao longo de 58 anos e da confiança de quem acompanha a Entidade de perto. Crescemos também na porta de entrada. Foram 4.476 novos participantes em 2025, com avanço importante nos Planos CV I e Família, e uma arrecadação recorde de mais de R$ 24 milhões em portabilidades, aportes extras e antecipações de TSP. Esse movimento fortalece os planos porque aumenta massa, melhora escala e consolida hábito de contribuição.

A proximidade seguiu como um pilar. O Capef na Estrada esteve em 12 estados e no Distrito Federal. Realizamos eventos e reuniões presenciais e online que alcançaram mais de 3,8 mil Participantes. Estar presente, ouvir e orientar continua sendo uma das formas mais objetivas de apoiar decisões melhores.

Educação financeira e previdenciária também entrou com força na agenda. Tivemos ações como Semana ENEF e Autonomia Digital, além do Dia do Participante e do 32º Seminário de Investimentos e Benefícios, que reuniu cerca de mil Participantes e conectou o público a debates que influenciam escolhas de longo prazo. Essa linha de trabalho ajuda a explicar outro dado que nos dá direção. A Pesquisa de Satisfação 2025 apontou 94,65% de aprovação geral. É um sinal de que a experiência melhorou, e também um compromisso de continuar ajustando processos, linguagem e canais.

Também atualizamos a política de empréstimos, com condições ajustadas para apoiar projetos pessoais e reorganização financeira, mantendo prudência e sustentabilidade da carteira.

Na operação, avançamos em digitalização e autonomia. Ampliamos processos 100% digitais, implantamos o Assistente Virtual com inteligência artificial para atendimento 24 horas, e entregamos novas funcionalidades no site, no app e no simulador de portabilidade, para dar mais clareza de custos e rentabilidade na comparação entre planos.

O ano foi de conquistas. Mas nada disso se sustenta sem participação. A cada Participante, conselheiro, gestor e colaborador que acompanhou, cobrou, sugeriu e construiu junto, fica o registro do nosso reconhecimento. 2026 começa com a mesma direção. Mais transparência, mais eficiência e mais decisões bem explicadas, do jeito que a previdência precisa ser.

Fique por Dentro

2025 em alta: Capef fecha o ano com recorde de arrecadação e crescimento da base

Entidade registra crescimento de 171% em arrecadação, soma 4,4 mil novas adesões e consolida R$ 7,6 bilhões sob gestão em 2025

Há anos em que o crescimento aparece devagar, quase silencioso. E há anos em que os números mostram que algo mudou no jeito de as pessoas lidarem com o próprio futuro. 2025 foi desse segundo tipo. Mais gente acompanhando de perto, tirando dúvidas na hora certa e usando a previdência como ferramenta, não como um assunto para deixar para depois.

O movimento do ano ficou nítido em duas frentes. De um lado, o volume financeiro cresceu com aportes, portabilidades e antecipações. De outro, a Capef ampliou presença e pontos de contato, com mais encontros e mais conversas organizadas. Quando essas duas linhas se encontram, o resultado aparece com clareza. A Entidade terminou 2025 maior, mais próxima e com uma base mais ativa.

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Há anos em que o crescimento aparece devagar, quase silencioso. E há anos em que os números mostram que algo mudou no jeito de as pessoas lidarem com o próprio futuro. 2025 foi desse segundo tipo. Mais gente acompanhando de perto, tirando dúvidas na hora certa e usando a previdência como ferramenta, não como um assunto para deixar para depois.

O movimento do ano ficou nítido em duas frentes. De um lado, o volume financeiro cresceu com aportes, portabilidades e antecipações. De outro, a Capef ampliou presença e pontos de contato, com mais encontros e mais conversas organizadas. Quando essas duas linhas se encontram, o resultado aparece com clareza. A Entidade terminou 2025 maior, mais próxima e com uma base mais ativa.

Recorde de arrecadação: mais aporte, mais portabilidade, mais TSP

Em 2025, a Capef registrou R$ 24.382.440,16 em arrecadação somada de aportes extras, portabilidades e antecipações de Tempo de Serviço Passado nos Planos CV I e Família. Em 2024, o total havia sido de R$ 8.980.414,79. A alta foi de 171,51%.

Dentro desse volume, as portabilidades de entrada no Plano Família tiveram peso relevante: R$ 13.929.296,97. Desse valor, R$ 13.244.098,32 vieram de instituidores/parceiras (INEC, Camed Microcrédito e Camed Corretora), refletindo a ampliação dessas parcerias nos últimos dois anos.

Ainda assim, o resultado não depende só desse componente. Desconsiderando o volume vinculado às parcerias, a arrecadação de 2025 teria sido de R$ 11.138.341,84. Isso representa crescimento de 24,03% com relação ao ano de 2024.

“Quando a gente olha esse recorde, dá para separar duas forças. As parcerias ajudaram a acelerar, e isso é mérito de um trabalho construído com INEC e Grupo Camed. Mas o dado que mais interessa é o que acontece fora disso: mais Participantes colocando dinheiro na própria reserva, fazendo aporte extra, trazendo portabilidade, antecipando TSP e entendendo, na prática, o efeito que isso tem no saldo e no planejamento, inclusive pelo ganho fiscal ao longo do ano”, afirma o Diretor-Presidente, Ocione Mendonça.
Crescimento da base: 4,4 mil novas adesões no ano

O avanço de 2025 também apareceu na porta de entrada. A Capef somou 4.476 novas adesões no ano, ampliando a base total de Participantes em 32%, em comparação com 2024.

No Plano CV I, o espaço para crescimento é naturalmente mais limitado, uma vez que mais de 90% dos funcionários já estão no plano, o que reduz a possibilidade de novos entrantes. Ainda assim, o ano trouxe 166 novas aderentes ao CV I.

Já no Plano Família, o crescimento vem de uma base mais ampla. Foram 4.310 adesões no ano, puxadas por dois públicos principais: familiares de Participantes e funcionários dos instituidores/parceiras, que passaram a contar com patrocínio e condições de entrada mais simples. É um tipo de expansão escalável, porque não depende apenas de um grupo fechado de elegíveis. Ela se espalha por vínculos familiares e por parcerias institucionais.

Patrimônio sob gestão: R$ 7,6 bilhões e um Plano Família ainda jovem

Esse crescimento de base ajuda a explicar a escala financeira atingida no fechamento do ano. A Capef encerrou 2025 com aproximadamente R$ 7,6 bilhões em patrimônio de investimentos sob gestão. A composição por planos ficou assim: Plano BD (R$4,3 bi), Plano CV I (R$ 3,1 bi) e Plano Família (R$ 43,3 mi), além do PGA (111,4 mi).

No caso do Plano Família, o número é especialmente expressivo quando se considera o tempo. Em cerca de dois anos, o plano alcançou mais de R$ 43 milhões em patrimônio, sustentado por adesão, contribuições recorrentes e portabilidades. É um patrimônio ainda menor quando comparado aos planos mais maduros, mas grande para um plano que ainda está formando massa e consolidando hábito de contribuição.

“Para um plano com pouco tempo de vida, esse patrimônio tem um significado importante: ele mostra que o Plano Família já entrou em fase de escala. Escala melhora eficiência, dá previsibilidade e cria uma base mais sólida para o Participante, porque o crescimento deixa de depender de poucos aportes grandes e passa a vir de contribuição recorrente, mês a mês”, explica o Diretor de Previdência, Henrique Tinoco.
Capef na Estrada: proximidade que facilita a decisão

Os números de 2025 também têm uma explicação fora das planilhas. Presença. Ao longo do ano, a Capef ampliou o contato direto com Participantes e públicos parceiros, somando agenda presencial e digital. Foram 49 cidades visitadas com eventos e reuniões presenciais, além de 75 reuniões online, levando conteúdo e atendimento para quem não estaria no alcance da agenda física.

No total, a equipe atendeu 1.078 pessoas presencialmente e alcançou 2.888 Participantes pelos canais digitais. Dá para perceber o efeito com facilidade. Quando o Participante entende a regra, enxerga o impacto no saldo e tira a dúvida no momento certo, a decisão deixa de ser adiada.

“Quando portabilidade e aporte extra crescem desse jeito, é sinal de que a educação financeira saiu do conteúdo e entrou na rotina. A pessoa entende a regra, compara cenários e coloca dinheiro na própria reserva com intenção e método”, resume o Diretor de Investimentos, Sérgio Clark.

Destaque da Edição

Confira os resultados dos investimentos de 2025 e reajustes dos benefícios aprovados para 2026

BD com INPC integral e nova redução da extraordinária, CV I com reajustes acima da inflação e Plano Família acima do índice.

Desempenho consistente, metas superadas nos três planos e avanços que já chegam aos Participantes em forma de reajustes e melhorias importantes. Assim podemos definir o fechamento de 2025 na Capef.

O cenário de conquistas que se materializou no ano não se resume a um fator isolado. A alteração regulatória aprovada no fim de 2024, que restabeleceu a possibilidade de marcação na curva para ativos de longo prazo, reduziu distorções de curto prazo e ajudou a alinhar os resultados à lógica previdenciária. Com isso, uma estratégia que já vinha sendo conduzida com prudência e consistência passou a aparecer com mais nitidez nos números, preservando os fundamentos das carteiras apesar dos efeitos conjunturais.

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Desempenho consistente, metas superadas nos três planos e avanços que já chegam aos Participantes em forma de reajustes e melhorias importantes. Assim podemos definir o fechamento de 2025 na Capef.

O cenário de conquistas que se materializou no ano não se resume a um fator isolado. A alteração regulatória aprovada no fim de 2024, que restabeleceu a possibilidade de marcação na curva para ativos de longo prazo, reduziu distorções de curto prazo e ajudou a alinhar os resultados à lógica previdenciária. Com isso, uma estratégia que já vinha sendo conduzida com prudência e consistência passou a aparecer com mais nitidez nos números, preservando os fundamentos das carteiras apesar dos efeitos conjunturais.

Nesse sentido, 2025 trouxe ganhos diretos para os Participantes. No Plano BD, os benefícios serão reajustados pela inflação integral (100% do INPC, de 3,9%), agora por regra permanente decorrente da alteração regulamentar, e haverá nova redução da contribuição extraordinária, que passa de 18,9% para 18,3%, mantendo uma trajetória de queda construída de forma gradual e responsável.

No Plano CV I, o desempenho acima da meta permitiu reajustes bem acima da inflação para os assistidos na fase Renda Certa a Prazo Certo, contribuindo para recuperar parte do reajuste que deixou de ser concedido no ano anterior em função do desempenho dos investimentos, além de novas reduções nas taxas administrativas, válidas para Ativos e Assistidos.

Plano BD: resultado acima da meta, INPC integral e nova redução da contribuição

Em 2025, o Plano BD registrou rentabilidade de 10,18%, superando a meta atuarial de 9,35% (INPC + 5,25% a.a.). Isso representa 108,87% de atingimento da meta. O reajuste aplicado aos benefícios em janeiro de 2026 será de 3,90%, correspondente à variação integral do INPC acumulado no ano, nos termos do regulamento do Plano.

Tão relevante quanto o resultado do exercício é a consolidação de uma mudança estrutural importante. Com a alteração do Art. 86 do Regulamento do Plano BD, aprovada pela Previc, os benefícios dos Assistidos passam a ser reajustados, anualmente, pela variação integral do INPC do ano imediatamente anterior, independentemente do desempenho dos investimentos em um determinado exercício. Isso traz previsibilidade e reduz a exposição dos benefícios a oscilações conjunturais.

Outro ponto de destaque é a redução da contribuição extraordinária, que será reduzida de 18,9% para 18,3%.

A medida mantém uma trajetória de queda construída ao longo dos últimos anos e reflete a combinação entre resultado atuarial, controle de despesas e gestão prudente dos recursos do plano, o que bem retrata o compromisso da governança da Capef com seus Participantes.

A combinação do reajuste integral do INPC (3,90%) com a redução da contribuição extraordinária de 18,90% para 18,30%, representará uma elevação dos benefícios dos Participantes do Plano BD (BD2) de 4,67% a partir de janeiro de 2026.
Plano CV I: desempenho expressivo e reajustes acima da inflação

O Plano CV I apresentou, em 2025, um desempenho significativamente superior à sua meta atuarial (IPCA + 5% a.a.). A rentabilidade do plano foi de 12,64%, frente a uma meta de 9,48%, o que representa 133,4% de atingimento da meta e marca uma recuperação consistente em relação ao exercício anterior.

Fase de Renda Certa a Prazo Certo

Pagos nos primeiros 22 anos de aposentadoria programada, os benefícios de renda certa a prazo certo são reajustados em função da variação da cota no período desde a data da aposentadoria.

Para quem se aposentou de janeiro de 2020 a janeiro de 2025, quando a taxa de juros atuarial praticada no momento da concessão era de 5,00% a.a., o reajuste será de 7,19%, ou seja, o equivalente 169% do IPCA. Para quem se aposentou nos demais meses de 2024, o reajuste será proporcional ao período em que se inicia o pagamento do benefício.

CLIQUE AQUI PARA VER A TABELA.

Quem teve a aposentadoria concedida entre 2018 e 2019, cuja taxa de juros atuarial adotada na concessão era de 5,25%, o reajuste será de 6,94% (163% do IPCA). Para os benefícios de aposentadoria concedidos até 2017, cuja taxa de juros atuarial adotada na concessão era de 5,50%, o reajuste será de 6,68% (157% do IPCA).


Fase de Renda Vitalícia

Para os benefícios vitalícios concedidos com data anterior ao ano de 2025, o índice de reajuste é calculado com base na rentabilidade do plano no ano corrente, descontada da taxa de juros atuarial, não podendo ser superior ao IPCA acumulado, nem inferior a 30% deste índice.

Diante dos resultados obtidos, o reajuste será de 4,26%, ou seja, 100% da variação do IPCA no exercício.

Para os benefícios vitalícios concedidos em 2025, o reajuste aplicado considera a regra acima, equivalente ao período em que se inicia o pagamento do benefício até o final do ano.

VER TABELA

Plano Família: desempenho consistente acima do índice de referência

Em 2025, o Plano Família manteve sua trajetória de resultados consistentes, com rentabilidade de 15,20%, superior ao seu índice de referência interno, definido como 105% do CDI, que foi de 15,03% no período. Isso representa 101,1% de atingimento do índice de referência.

Por se tratar de um plano de contribuição definida, semelhante a um PGBL, o Plano Família não possui meta atuarial, mas um índice de referência utilizado como parâmetro de desempenho. O resultado alcançado reflete a adequação da estratégia adotada ao perfil dos Participantes e aos objetivos de médio e longo prazo do plano.

Estratégia de investimentos e leitura do cenário em 2025

O ambiente econômico de 2025 combinou juros elevados, inflação em desaceleração e episódios recorrentes de volatilidade. No Brasil, a Selic atingiu patamares restritivos, enquanto a atividade econômica manteve crescimento moderado e o mercado de trabalho permaneceu aquecido. No cenário externo, o início do ciclo de cortes de juros nos Estados Unidos e as tensões comerciais exigiram atenção constante à dinâmica dos fluxos financeiros.

Nesse contexto, a atuação da equipe de investimentos foi pautada por disciplina e leitura cuidadosa dos momentos de mercado. Segundo o Diretor de Investimentos da Capef, Sérgio Clark, a estratégia adotada buscou capturar oportunidades sem perder de vista o perfil de longo prazo dos planos:

- Ao longo de 2025, conseguimos aproveitar momentos de estresse para realizar alocações em títulos indexados à inflação, à Selic e ao CDI, sempre de forma compatível com os objetivos de cada plano. O resultado foi um desempenho acima das metas e maior estabilidade na trajetória dos investimentos. A combinação entre estratégia, disciplina e a mudança no arcabouço regulatório contribuiu para reduzir distorções de curto prazo e fortalecer a previsibilidade dos resultados.

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PLANO CV I
Ajuste na forma de apropriação do custeio
A partir de janeiro de 2026, o custeio administrativo dos Assistidos do Plano CV I passa por dois ajustes importantes. A taxa de administração é reduzida de 2,7% para 2,5% e a parcela do custeio incidente sobre o saldo individual da fase de Renda Certa a Prazo Certo passa a ter nova forma de apropriação ao fundo administrativo.
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CV I tem atualização na forma de apropriação do custeio e redução na taxa dos Assistidos

A partir de janeiro de 2026, o custeio administrativo dos Assistidos do Plano CV I passa por dois ajustes importantes. A taxa de administração é reduzida de 2,7% para 2,5% e a parcela do custeio incidente sobre o saldo individual da fase de Renda Certa a Prazo Certo passa a ter nova forma de apropriação ao fundo administrativo.

ENTENDA
No Plano CV I, os Assistidos contribuem para o custeio administrativo por meio de uma taxa única aplicada sobre o saldo individual no momento da concessão do benefício. Essa regra permanece inalterada quanto ao desconto da taxa, que continua sendo realizado na concessão, conforme previsto no Regulamento.

A mudança diz respeito à forma de apropriação ao Plano de Gestão Administrativa da parcela do custeio administrativo vinculada à fase de Renda Certa a Prazo Certo, que é estruturada em conta individual.

A partir de 2026, essa parcela passa a ser apropriada de forma gradual, ao longo do período de pagamento do benefício, e não mais integralmente no momento da concessão.

Na prática, isso significa que, em caso de falecimento do Assistido durante a fase de Renda Certa a Prazo Certo, sem beneficiário de pensão, a parcela do custeio administrativo ainda não apropriada acompanha o saldo remanescente destinado aos herdeiros legais, tornando a regra mais justa nesses casos.

A nova sistemática aplica-se aos benefícios de aposentadoria programada concedidos a partir de 1º de janeiro de 2026, conforme o Plano de Custeio do exercício.
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PLANO FAMÍLIA
Contribuição mínima para novas adesões passa a ser de R$ 150
O Plano Família agora tem um novo valor mínimo de contribuição para novas adesões. Quem entrar no plano a partir de 2026, passa a contribuir com, no mínimo, R$ 150 por mês, em vez de R$ 100.
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Plano Família atualiza contribuição mínima para novas adesões; para quem já está no plano, regra segue como antes
O Plano Família agora tem um novo valor mínimo de contribuição para novas adesões. Quem entrar no plano a partir de 2026, passa a contribuir com, no mínimo, R$ 150 por mês, em vez de R$ 100.

A mudança vale somente para novos entrantes. Para quem já está no Plano Família antes da mudança, nada muda. As contribuições seguem exatamente como estão hoje, sem necessidade de qualquer ajuste.

Segundo o Diretor de Previdência da Capef, Henrique Tinoco, a atualização ajuda a alinhar a entrada do plano a uma lógica simples de formação de reserva:
“R$ 50 a mais por mês parece pouco no dia a dia, mas faz diferença quando a ideia é construir constância e acumular patrimônio ao longo do tempo. É um valor que melhora o ritmo de contribuição sem tirar o plano do campo do acessível”.
O Plano Família está disponível para:

• funcionários do Banco do Nordeste (BNB);
• funcionários da Camed Saúde, Corretora e Microcrédito;
• funcionários do INEC;
• funcionários da Capef
• participantes da Capef;
• familiares de até 3º grau dos Participantes.

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PLANO BD
Contribuição Extraordinária em pauta
Quando o assunto é contribuição extraordinária do Plano BD, quase sempre surgem as mesmas perguntas. Quando vai reduzir de novo? Até quando vai existir? O fechamento de 2025 trouxe uma atualização sobre esse debate.
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“Sempre que houver espaço técnico, vamos usar o resultado para aliviar a taxa extraordinária dos Participantes do Plano BD”, afirma Diretor de Previdência
Quando o assunto é contribuição extraordinária do Plano BD, quase sempre surgem as mesmas perguntas. Quando vai reduzir de novo? Até quando vai existir? O fechamento de 2025 trouxe uma atualização sobre esse debate. A contribuição extraordinária dos Assistidos terá nova redução e passa de 18,9% para 18,3%.

O tema já tinha aparecido no 32º Seminário de Investimentos e Benefícios da Capef, em dezembro, durante o painel “Gestão, Resultados e Benefícios dos Planos Capef”. Na ocasião, o Diretor de Previdência, Henrique Tinoco, explicou por que a queda precisa ser construída com critério técnico, sem atalhos.
“Nas últimas avaliações, o entendimento do Conselho Deliberativo tem sido bem claro. Sempre que houver espaço técnico, vamos usar o resultado para aliviar a taxa extraordinária dos Participantes do Plano BD”, disse Tinoco.
Um plano maduro, uma folha grande e pouco espaço para erro

Tinoco lembrou que o BD é hoje o plano mais maduro da Entidade. A base é bastante longeva e a necessidade de liquidez é alta.

Segundo ele, a Capef paga por ano algo próximo de R$ 500 milhões em benefícios, e cerca de 95% desse volume vem do Plano BD.
“Temos aposentados que contribuíram por 30 anos e já recebem benefício há mais de 40. É um plano com concentração forte na faixa de 71 a 80 anos. Isso exige muito cuidado na forma como alocamos os recursos, porque não podemos correr o risco de faltar liquidez para pagar essa folha”, afirmou durante o seminário".
Esse ponto muda a conversa sobre “acelerar” reduções. No BD, o que parece solução rápida, se vier com risco fora de medida, vira problema.

Meta atuarial alta e retorno com responsabilidade

Outro ponto destacado por Tinoco foi a taxa de juros usada nas projeções do plano. A meta atuarial do BD é de 5,25% ao ano acima da inflação, uma das mais elevadas entre planos semelhantes.
“Alcançar 5,25% reais com o nível de segurança que buscamos não é trivial. É como quando olhamos nossas aplicações pessoais. Para tentar um juro maior, muitas vezes é preciso aceitar riscos que não fazem sentido no longo prazo. No plano, essa escolha tem impacto direto na capacidade de pagar benefícios”, resumiu.
Foi dentro desse compromisso com segurança e previsibilidade que, ao longo dos anos, a carteira do BD passou a ter peso relevante em títulos públicos de longo prazo, com taxa contratada acima da meta. Essa estratégia dá estabilidade e ajuda o plano a atravessar ciclos sem depender de “um ano perfeito”.

Por que a extraordinária existe e por que ela vem caindo?

No seminário, Tinoco também retomou o histórico da contribuição extraordinária. Após o acordo firmado em 2003, existia previsão de que a taxa pudesse chegar perto de 29%.
“Imagina ganhar 100 e deixar 29 só na contribuição extraordinária. É um peso enorme, mas naquele momento era o que garantia a sustentabilidade do plano e o pagamento dos 71% de benefício”, destacou.
Com o tempo, o percentual foi sendo reduzido de forma gradual. Tinoco atribuiu essa trajetória a uma combinação bem prática. Ajustes de gestão, disciplina de custos e, principalmente, resultados de investimentos acima da meta quando o cenário permitiu. Esse caminho levou ao patamar de 18,9% e agora abre espaço para a nova redução, para 18,3%.

E a venda de imóveis, onde entra nisso?

Durante o debate, surgiu a dúvida sobre o papel da venda de imóveis da carteira no esforço de reduzir a extraordinária. Tinoco explicou que o ponto central não é o valor “no papel”. O que importa é a troca de uma rentabilidade baixa por outra mais elevada.
“Temos imóveis que rendem 2,5%, 3% ao ano. Quando vendemos e realocamos esses recursos em ativos que pagam juros próximos de 15% ao ano, essa diferença ajuda a gerar resultado atuarial”, afirmou.
Ele ainda citou um exemplo simples para ilustrar a lógica.
“Na prática, deixamos de ganhar 2,5% sobre 100 e passamos a ganhar 15% sobre 90, por exemplo. Essa diferença é que, no fim do exercício, vira superávit e pode ser direcionada para reduzir a contribuição extraordinária".
“Quando a contribuição extraordinária vai acabar?”

Essa foi uma pergunta feita no seminário e Tinoco respondeu sem vender prazo.

A tendência é de redução contínua, mas não existe data certa para zerar. A velocidade depende de três fatores. Resultados acima da meta atuarial, disciplina de custos e eventual ingresso de recursos adicionais, inclusive em negociações com o patrocinador.

Ele também fez um alerta importante para alinhar expectativa com estratégia.
“Ela vai acabar? Pode até acontecer em algum momento, mas não necessariamente é a melhor estratégia. Quando o Participante aporta 1%, o Banco aporta outro 1%. Zerar completamente a taxa pode não ser o caminho mais inteligente. O horizonte mais razoável é buscar algo próximo da contribuição prevista originalmente, em torno de 10%, que já representaria um alívio muito relevante para todos”, avaliou.
Ao encerrar o tema, ele resumiu o limite técnico que guia essas decisões.
“Temos o desafio de melhorar, sim, mas também o desafio de fazer funcionar bem o que já existe. O que não podemos é adotar estratégias de risco que, em vez de ajudar, agravem o problema que estamos tentando resolver”, finalizou.
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32º SEMINÁRIO
Cenário, longevidade e Política de Investimentos
Realizado em 28 de novembro, o 32º Seminário de Investimentos e Benefícios da Capef reuniu dirigentes, especialistas e representantes do sistema para discutir tendências, riscos e decisões que impactam diretamente os Participantes.
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Longevidade, cenário econômico e diretrizes de investimentos para 2026 marcam o 32º Seminário da Capef
Realizado em 28 de novembro, no Centro Administrativo do Banco do Nordeste (Passaré), com transmissão pelo YouTube, o 32º Seminário de Investimentos e Benefícios da Capef reuniu dirigentes, especialistas e representantes do sistema para discutir tendências, riscos e decisões que impactam diretamente os Participantes.

Ao longo de um dia inteiro de programação, o evento registrou aproximadamente mil participações, somando público presencial e on-line.

Na abertura (vídeo abaixo), o Diretor Presidente da Capef, Ocione Mendonça, situou o Seminário como um momento de prestação de contas e de preparação para o ciclo seguinte, conectando cenário, estratégia e decisões de gestão.

Representando o patrocinador, a Diretora de Administração do Banco do Nordeste, Ana Teresa Barbosa de Carvalho, abordou a previdência complementar como parte do planejamento de longo prazo e citou pontos discutidos ao longo de 2025, como a alta adesão de novos funcionários ao Plano CV I e a mudança do Art. 86 do Plano BD, que passa a garantir reajuste anual pela inflação.

Previdência, economia e longevidade

A programação aberta ao público reuniu três blocos principais. O primeiro tratou de tendências e desafios da previdência complementar, com participação de representantes do setor e discussão sobre caminhos regulatórios e sustentabilidade do sistema. Na sequência, o debate avançou para cenário econômico e geopolítico, com leitura de juros, inflação, câmbio, crescimento e riscos de mercado, olhando especialmente para como essas variáveis afetam preços de ativos e decisões de alocação.

Fechando a manhã, o tema foi longevidade, conectando o envelhecimento da população à sustentabilidade dos planos e ao planejamento individual de longo prazo.

No período da tarde (assista abaixo), a pauta se voltou para o comportamento do investidor e para as diferentes classes de ativos que compõem carteiras previdenciárias. O painel “Investidor 360°: preparado para múltiplos cenários” debateu alternativas de diversificação e leitura de risco e oportunidade em crédito estruturado e renda variável. Depois, a palestra magna trouxe o tema planejamento financeiro ao longo da vida, discutindo escolhas, consistência e estratégia para sustentar decisões de longo prazo.
Política de Investimentos 2026: linhas gerais e estratégia por plano

Encerrada a programação aberta, o Seminário seguiu em formato restrito aos Participantes, com apresentações voltadas à gestão dos planos e às linhas gerais da Política de Investimentos para 2026.

Confira abaixo:

PLANO BD

PLANO CV I

PLANO FAMÍLIA

Para finalizar, a Diretoria de Previdência conectou estratégia e benefícios, destacando as características de cada plano.

No BD, o foco esteve na maturidade do plano, na necessidade de liquidez e no compromisso com decisões que preservem a capacidade de pagamento dos benefícios.

No CV I, foram reforçadas a dinâmica de acumulação e a relação direta entre desempenho e conta individual.

No Plano Família, o debate destacou o perfil de formação de reserva e o avanço do plano na consolidação de base e patrimônio.

PERDEU O EVENTO?

Acesse as apresentações e a transmissão completa, CLICANDO AQUI.

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SOLIDARIEDADE
Capef arrecada 1,6 tonelada para a campanha Natal Sem Fome
Uma campanha interna da Capef realizada ao longo dos últimos meses resultou na arrecadação de 1.634 kg de alimentos, destinados à campanha Natal Sem Fome, uma das maiores mobilizações solidárias do país.
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Equipe da Entidade se engaja em ação solidária e entrega 1,6 tonelada de alimentos ao Natal Sem Fome
Solidariedade colocada em prática. Uma campanha interna da Capef realizada ao longo dos últimos meses resultou na arrecadação de 1.634 kg de alimentos, destinados à campanha Natal Sem Fome, uma das maiores mobilizações solidárias do país. A ação envolveu diferentes áreas da Entidade e somou esforços em apoio à iniciativa no Ceará.

O movimento de doação também ganhou força durante o 32º Seminário de Investimentos e Benefícios da Capef. Atendendo ao convite divulgado no credenciamento do evento, os Participantes que estiveram no auditório contribuíram com a campanha, somando 49 kg de alimentos, que se juntaram ao volume arrecadado internamente.

Para o Diretor-Presidente da Capef, Ocione Mendonça, o resultado reflete o envolvimento coletivo da equipe.

“Foi uma mobilização muito bonita. A campanha aconteceu dentro da Capef com a participação de praticamente todo mundo: funcionários, gestores, diretores, estagiários, terceirizados e até Participantes. Cada doação representou um gesto simples, mas que, somado, faz diferença real para quem precisa”, afirmou.

No Estado, o Natal Sem Fome é coordenado pelo Instituto Nordeste Cidadania (Inec), em parceria com o Banco do Nordeste, e integra uma mobilização nacional reconhecida como a maior campanha de arrecadação de alimentos da América Latina, com atendimento a centenas de instituições sociais.
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Futuro em pauta

“Essa conta não fecha”: os desafios demográficos que pressionam o futuro da previdência
Baixa natalidade, longevidade crescente e pressão por novas reformas colocam a previdência no centro do debate.

Durante o painel “Futuro da Previdência: Novos Rumos e Possibilidades” no 32º Seminário de Investimentos e Benefícios da Capef, o Diretor-Presidente da Abrapp, Devanir Silva, chamou atenção para um tema que tende a ganhar força nos próximos anos: a necessidade de uma nova reforma previdenciária no Brasil.

Segundo ele, apesar da reforma de 2019 ter sido ampla, o país se encaminha para um cenário em que mudanças adicionais serão inevitáveis.

“A reforma de 2019 foi importante, mas não foi suficiente. Ela foi paramétrica. O Brasil precisa de uma reforma estrutural, e qualquer governo que assumir em 2027 vai ter que enfrentar esse debate”, afirmou.
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Durante o painel “Futuro da Previdência: Novos Rumos e Possibilidades” no 32º Seminário de Investimentos e Benefícios da Capef, o Diretor-Presidente da Abrapp, Devanir Silva, chamou atenção para um tema que tende a ganhar força nos próximos anos: a necessidade de uma nova reforma previdenciária no Brasil.Segundo ele, apesar da reforma de 2019 ter sido ampla, o país se encaminha para um cenário em que mudanças adicionais serão inevitáveis.

Segundo ele, apesar da reforma de 2019 ter sido ampla, o país se encaminha para um cenário em que mudanças adicionais serão inevitáveis.

“A reforma de 2019 foi importante, mas não foi suficiente. Ela foi paramétrica. O Brasil precisa de uma reforma estrutural, e qualquer governo que assumir em 2027 vai ter que enfrentar esse debate”, afirmou.

Demografia: o centro da preocupação

Devanir reforçou que a discussão não é política, e sim matemática.

A combinação de baixa natalidade, maior longevidade e um sistema baseado em transferência entre gerações pressiona a sustentabilidade previdenciária.

Ele destacou:

• “Desde 2010, o Brasil não repõe mais suas famílias.”

• A taxa de fecundidade está em 1,5, quando seriam necessários 2,1 filhos por mulher apenas para manter o tamanho da população.

• Ao mesmo tempo, “as pessoas vão viver mais de 120 anos, e quem já nasceu para viver 120 anos já está entre nós”, mencionou.

Diante desse quadro, ele resumiu o problema:

“Quando nasce menos gente e se vive muito mais, em um sistema que transfere recursos entre gerações, essa conta não fecha”.

O modelo híbrido como tendência

Devanir apontou caminhos adotados por países que enfrentaram desafios semelhantes, indicando que o Brasil deverá seguir direção parecida.

Segundo ele:

Deve existir uma previdência básica, cobrindo renda até algo próximo da média salarial brasileira atual, cerca de R$ 3.300.

Acima disso, um modelo capitalizado obrigatório, administrado por entidades qualificadas, como as Entidades Fechadas de Previdência Complementar, poderia complementar a proteção previdenciária.

“Esse modelo híbrido é uma tendência clara. A previdência pública continua, mas a capitalização obrigatória entra para fortalecer o sistema e garantir equilíbrio a longo prazo”, explicou.

Educação previdenciária como ponto crítico

O dirigente também chamou atenção para outro fator estrutural: a cultura de poupança do brasileiro. “Nós poupamos muito pouco, consumimos demais e não pensamos no longo prazo”, alertou.

Ele citou especialmente o comportamento das gerações mais jovens, marcadas pelo trabalho informal e pela ausência de contribuição previdenciária contínua. “O jovem acha que não adoece, não envelhece. Só que essas coisas acontecem”.

Para ele, programas de formação e conscientização precisam ser ampliados ainda no ensino médio, criando uma base mínima de educação financeira e previdenciária para as novas gerações.

Tudo isso reforça por que a previdência complementar ganha protagonismo num país que envelhece rápido e poupa pouco. Em meio às mudanças que se aproximam, contar com um plano sólido, sustentável e pensado para o longo prazo se torna cada vez mais relevante para quem busca segurança financeira no futuro.

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