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Visão da Gestão

Ao completar 59 anos, a Entidade chega a um estágio em que crescimento deixa de ser apenas expansão e passa a exigir ajuste fino. Mais participantes, mais patrimônio e um público mais diverso trazem um tipo diferente de responsabilidade: tornar as decisões cada vez mais claras, acessíveis e alinhadas com a realidade de quem está dentro dos planos.

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Ao completar 59 anos, a Entidade chega a um estágio em que crescimento deixa de ser apenas expansão e passa a exigir ajuste fino. Mais participantes, mais patrimônio e um público mais diverso trazem um tipo diferente de responsabilidade: tornar as decisões cada vez mais claras, acessíveis e alinhadas com a realidade de quem está dentro dos planos.

Esse ajuste aparece em diferentes frentes.

No Plano Família, a atualização das contribuições pelo IPCA corrige um efeito pouco visível, mas relevante: o desgaste do valor ao longo do tempo. Manter a contribuição nominalmente igual por muitos anos dá a impressão de estabilidade, mas, na prática, reduz o potencial de acumulação. A correção passa a alinhar melhor o esforço de hoje com o resultado esperado no futuro.

Na comunicação com os Participantes, a campanha 'Construindo um Futuro Campeão' segue essa mesma linha. A proposta não é simplificar o tema, mas organizar melhor o caminho. Previdência é uma construção feita em etapas, e tornar essas etapas mais visíveis ajuda a reduzir decisões adiadas ou feitas sem informação suficiente.

Também estamos em um período que exige atenção a pontos mais objetivos. O prazo do Imposto de Renda e as discussões sobre deduções de contribuições extraordinárias mostram como decisões externas ao plano podem impactar diretamente o planejamento financeiro. Nesses casos, a orientação é clara: acompanhar as mudanças, mas agir com base no que já está efetivamente regulamentado.

Nos investimentos, o início do ano trouxe um exemplo importante de leitura. Nem todo movimento de curto prazo reflete mudança de cenário ou de estratégia. Em alguns casos, como o observado recentemente, o efeito está na forma como os resultados são registrados ao longo dos meses, e não no desempenho em si.

Por isso, mais do que acompanhar números isolados, o foco segue sendo a coerência das decisões ao longo do tempo. É isso que sustenta os resultados e dá previsibilidade ao plano.

Seguimos trabalhando nessa direção: menos ruído, mais clareza e decisões cada vez mais compreensíveis para quem realmente importa: o Participante.

Fique por Dentro

Relatório Anual detalha resultados e avanços da Capef em 2025

Documento apresenta crescimento em patrimônio, adesões, investimentos, tecnologia e relacionamento ao longo do último exercício.

A Capef disponibilizou o Relatório Anual de Informações (RAI) referente ao exercício de 2025, documento que reúne os principais resultados, ações e avanços da Entidade ao longo do último ano.

Além de apresentar informações detalhadas sobre os planos BD, CV I e Família, o relatório traz dados relacionados à gestão dos investimentos, governança, relacionamento, previdência, tecnologia e educação financeira.

ACESSAR RAI 2025

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A Capef disponibilizou o Relatório Anual de Informações (RAI) referente ao exercício de 2025, documento que reúne os principais resultados, ações e avanços da Entidade ao longo do último ano.

Além de apresentar informações detalhadas sobre os planos BD, CV I e Família, o relatório traz dados relacionados à gestão dos investimentos, governança, relacionamento, previdência, tecnologia e educação financeira.

Entre os destaques de 2025, a Capef ultrapassou a marca de R$ 7,60 bilhões em patrimônio de investimentos e alcançou 19.461 Participantes.

O relatório também mostra que os três planos administrados pela Entidade encerraram o ano com desempenho acima de suas metas ou índices de referência.

Outro número que chama atenção foi o crescimento da arrecadação com aportes extras, portabilidades e antecipações de TSP, que chegou a R$ 24,38 milhões em 2025, alta de 171,51% em relação ao ano anterior.

Ao longo do período, a Capef também registrou 4.476 novas adesões, ampliando em 32% sua base de Participantes em comparação com 2024.

Conforme a Palavra da Diretoria da edição, os resultados refletem um trabalho construído a partir de disciplina técnica, governança responsável, inovação e foco no Participante.

“O crescimento alcançado em 2025 não é resultado de um único fator, mas da combinação entre disciplina técnica, governança responsável, inovação, educação previdenciária e foco no sucesso do participante.”


O RAI também destaca avanços importantes em transformação digital, como o lançamento do chatbot com inteligência artificial para atendimento 24 horas, além da digitalização de serviços previdenciários e do recadastramento, que alcançou adesão recorde entre Ativos e Assistidos.

Na esfera de relacionamento, o documento apresenta ações como o programa Capef na Estrada, a realização do 32º Seminário de Investimentos e Benefícios e iniciativas de educação financeira desenvolvidas ao longo do ano.

Outro destaque foi a renovação do Selo de Autorregulação em Governança Corporativa até 2028, reforçando o compromisso da Entidade com transparência, boas práticas e melhoria contínua.

Destaque da Edição

Plano Família entrega 106% do CDI e supera média dos PGBLs

Com 32,90% de rentabilidade entre janeiro de 2024 e março de 2026, plano também ficou acima da mediana dos planos CD acompanhados pela Aditus.

Nos últimos anos, a previdência privada, especialmente a aberta, passou a ser questionada por parte do mercado. Taxas elevadas, desempenho abaixo de referências básicas e produtos pouco eficientes ajudaram a criar uma percepção negativa sobre esse tipo de investimento.

Mas essa leitura não pode ser aplicada a todos os modelos de previdência. Na Capef, os números recentes do Plano Família mostram uma realidade diferente. Entre janeiro de 2024, início da atual Política de Investimentos do plano, e março de 2026, a rentabilidade acumulada foi de 32,90%, equivalente a aproximadamente 106% do CDI. No mesmo período, a mediana dos planos PGBL de mercado ficou em 23,85%, cerca de 77% do CDI.

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Nos últimos anos, a previdência privada, especialmente a aberta, passou a ser questionada por parte do mercado. Taxas elevadas, desempenho abaixo de referências básicas e produtos pouco eficientes ajudaram a criar uma percepção negativa sobre esse tipo de investimento.

Mas essa leitura não pode ser aplicada a todos os modelos de previdência.

Na Capef, os números recentes do Plano Família mostram uma realidade diferente. Entre janeiro de 2024, início da atual Política de Investimentos do plano, e março de 2026, a rentabilidade acumulada foi de 32,90%, equivalente a aproximadamente 106% do CDI.

No mesmo período, a mediana dos planos PGBL de mercado ficou em 23,85%, cerca de 77% do CDI. Já a mediana dos planos de Contribuição Definida acompanhados pela Aditus registrou 27,19%, equivalente a 87,5% do CDI.


Para o Diretor de Administração e Investimentos da Capef, Sérgio Clark, o comparativo ajuda a corrigir uma generalização comum sobre previdência privada.

“Nem toda previdência é igual. De fato, existem produtos no mercado que não entregam o que prometem, seja por custos elevados, seja por gestão pouco eficiente. Mas os números do Plano Família ajudam a mostrar que há modelos sólidos, competitivos e com desempenho consistente.

Outro dado que chama atenção é que o Plano Família também superou o próprio índice de referência estabelecido para o período, que é de 105% do CDI.

Além disso, enquanto o plano acumulou rentabilidade de 32,90% no intervalo analisado, a inflação medida pelo IPCA ficou em 11,39%, o que representa ganho real relevante para os Participantes.

Crescimento acompanha desempenho

Em julho de 2026, o Plano Família completa três anos de funcionamento. Nesse período, o plano também apresentou crescimento consistente em patrimônio e quantidade de Participantes.

Atualmente, o Plano Família conta com 6,6 mil Participantes, além de patrimônio próximo de R$ 50 milhões.

Na avaliação de Sérgio Clark, esse avanço está ligado à combinação entre desempenho, estrutura de custos competitiva, flexibilidade e possibilidade de inclusão familiar.


Mais do que previdência

Para o Diretor, um dos principais pontos dessa discussão é entender que o Plano Família não deve ser analisado apenas como um produto voltado à aposentadoria.

Na prática, o desempenho apresentado pelo plano faz com que ele também passe a ocupar espaço dentro da estratégia de investimentos de muitas famílias.

“Quando um plano consegue entregar desempenho acima do CDI, acima da média de produtos comparáveis e ainda mantém custos reduzidos, ele naturalmente passa a disputar espaço com outras opções de investimento.”

Essa percepção pode ser entendida de forma simples no dia a dia.

Imagine, por exemplo, uma pessoa que possui R$ 10 mil disponíveis para investir e está avaliando diferentes possibilidades de aplicação.

Em um cenário em que o Plano Família vem entregando rentabilidade consistente, com desempenho acima de referências importantes do mercado e estrutura de custos reduzida, direcionar esse valor para um aporte extra no plano passa a ser uma alternativa bastante competitiva. Isso se torna ainda mais relevante pela flexibilidade oferecida pelo produto.

"No caso dos aportes extras, os valores podem ser resgatados a qualquer momento, conforme as regras previstas no regulamento, permitindo que o Participante utilize o plano não apenas com foco previdenciário de longo prazo, mas também dentro de uma estratégia mais ampla de planejamento financeiro."

Outro diferencial importante, lembra Clark, é o benefício fiscal. As contribuições realizadas podem ser deduzidas em até 12% da renda tributável anual no Imposto de Renda, dentro das regras previstas na legislação vigente.


Uma análise mais equilibrada sobre previdência

Para Sérgio Clark, o cenário atual exige uma análise mais cuidadosa sobre os diferentes modelos de previdência existentes no mercado.

"No caso dos aportes extras, os valores podem ser resgatados conforme as regras previstas no regulamento, permitindo que o Participante utilize o plano não apenas com foco previdenciário de longo prazo, mas também dentro de uma estratégia mais ampla de planejamento financeiro."

O diretor também destaca que poucas pessoas no Brasil têm acesso a uma estrutura previdenciária com esse nível de custo, desempenho e governança.

“Vale a pena analisar o Plano Família não apenas sob a ótica previdenciária, mas também dentro de uma estratégia mais ampla de planejamento financeiro.”

Com quase R$ 50 milhões em patrimônio e próximo de completar três anos de funcionamento, o Plano Família segue ampliando sua presença entre os públicos elegíveis da Capef e consolidando uma proposta que une previdência, planejamento financeiro e visão de longo prazo.

Para quem ainda não conhece o plano, a Capef disponibiliza atendimento especializado para apresentar as possibilidades de adesão, inclusão de familiares e realização de aportes extras.

A adesão ao Plano Família pode ser feita diretamente pelo site da Entidade. Também é possível conversar com um especialista da Capef para entender qual estratégia faz mais sentido para o seu planejamento financeiro e familiar.

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Notícias CAPEF

IMPOSTO DE RENDA 2026
Saiba como consultar seu comprovante da Capef
O prazo para envio da Declaração do Imposto de Renda 2026 (ano-base 2025) será entre os dias 23 de março e 29 de maio. Para facilitar a organização dos Participantes, o Comprovante de Rendimentos da Capef já está disponível na Área do Participante, tanto no site quanto no aplicativo, além de ter sido enviado por e-mail.
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Imposto de Renda 2026: prazo vai de 23 de março a 29 de maio. Veja o que você precisa saber
O prazo para envio da Declaração do Imposto de Renda 2026 (ano-base 2025) será entre os dias 23 de março e 29 de maio. Para facilitar a organização dos Participantes, o Comprovante de Rendimentos da Capef já está disponível na Área do Participante, tanto no site quanto no aplicativo, além de ter sido enviado por e-mail.

Organizar os documentos com antecedência ajuda a evitar erros e também aumenta as chances de receber a restituição mais cedo.

Quem é Assistido (Aposentado ou Pensionista)

Se você recebe benefício da Capef, basta acessar a Área Restrita no site ou no app.

Clique aqui, ou vá no menu “Demonstrativos” e selecione “Comprovante de Rendimentos”.
Quem é Participante Ativo (BD, CV I ou Plano Família)

O documento pode ser acessado após login na Área Restrita.

Acesse clicando aqui, ou pelo menu, vá em “Outros Serviços” e depois em “Informações de IRPF”.
Atenção!

⚠️ Para Participantes dos Planos BD e CV I, o documento contempla empréstimos e contribuições extra folha, pois as contribuições ordinárias descontadas em folha de pagamento constam no Comprovante de Rendimentos disponibilizado pelo Patrocinador.

⚠️ Para Participantes do Plano Família patrocinado (INEC, Camed Microcrédito, Camed Saúde e Camed Corretora) o documento contempla contribuições extra folha. Para Participantes do Plano Família não patrocinado, o documento incluirá todas as contribuições realizadas no período.

📊 Quem precisa declarar o Imposto de Renda

De forma geral, deve declarar quem, em 2025:

✅ recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584;
✅ recebeu rendimentos isentos ou não tributáveis acima de R$ 200 mil;
✅ realizou operações em bolsa superiores a R$ 40 mil ou teve ganhos tributáveis;
✅ teve ganho de capital na venda de bens;
✅ possuía bens ou direitos acima de R$ 800 mil em 31/12/2025;
✅ teve receita bruta de atividade rural acima de R$ 177.920;
✅ passou a residir no Brasil em 2025.

Também devem declarar contribuintes com rendimentos ou investimentos no exterior ou outras situações específicas previstas pela Receita Federal.

💻 Como fazer a declaração

A declaração pode ser enviada de três formas:

✅ Programa Gerador da Declaração (PGD), disponível para download no site da Receita Federal
✅ Serviço “Meu Imposto de Renda”, acessado pela internet
✅ Aplicativo da Receita Federal, disponível para Android e iOS

O acesso ao sistema exige conta gov.br com nível prata ou ouro.
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+ IR
Acompanhe os desdobramentos da decisão sobre deduções
Com a aproximação do prazo para entrega da Declaração do IR 2026, alguns Participantes do Plano BD têm procurado a Capef para saber se já é possível deduzir, na declaração, os valores pagos a título de contribuições extraordinárias para planos de previdência complementar.
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IR 2026: o que há de mais recente sobre a decisão do STJ sobrecontribuições extraordinárias
Com a aproximação do prazo para entrega da Declaração do IR 2026, alguns Participantes do Plano BD têm procurado a Capef para saber se já é possível deduzir, na declaração, os valores pagos a título de contribuições extraordinárias para planos de previdência complementar.

Em novembro de 2025, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) firmou entendimento favorável aos contribuintes no julgamento do Tema 1.224, reconhecendo que essas contribuições também podem ser consideradas na dedução do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF), dentro do limite de 12% dos rendimentos tributáveis.

No entanto, apesar do avanço jurídico representado pela decisão, a dedução ainda não pode ser aplicada automaticamente na declaração do Imposto de Renda.

O que mudou desde o julgamento do STJ

O acórdão do julgamento foi publicado, consolidando o entendimento do STJ sobre o tema. Porém, para que a decisão passe a produzir efeitos práticos para todos os contribuintes, ainda são necessárias etapas adicionais.

De forma resumida, duas condições precisam ser observadas:

• a União não recorrer da decisão do STJ;
• a Receita Federal adotar as providências administrativas necessárias para incorporar o novo entendimento às suas normas e procedimentos.

Enquanto essas etapas não forem concluídas, o tratamento aplicado pela Receita Federal permanece o mesmo atualmente vigente.

Já é possível usar essa dedução na declaração de 2026?

Não. Hoje, a dedução das contribuições extraordinárias só é possível para contribuintes que possuem decisão judicial definitiva sobre o tema.

Incluir esses valores diretamente na declaração, sem respaldo judicial, pode gerar questionamentos ou inconsistências junto à Receita Federal.

O limite de dedução continua o mesmo

Mesmo com o entendimento firmado pelo STJ, o limite global de dedução permanece de até 12% dos rendimentos tributáveis, conforme previsto na legislação.

A decisão apenas reconhece que, dentro desse limite, as contribuições extraordinárias podem receber tratamento semelhante ao das contribuições normais, por também possuírem natureza previdenciária e finalidade de custeio do plano.

O que a Capef está fazendo

A Capef segue acompanhando atentamente a evolução do tema junto às entidades do sistema de previdência complementar e aos órgãos competentes.

Enquanto não houver alteração formal nas normas da Receita Federal ou consolidação definitiva do entendimento, os procedimentos atuais permanecem inalterados.

Assim que houver avanços que permitam a aplicação prática da decisão, a Entidade informará seus Participantes pelos canais oficiais.
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PLANO CV I
Novos funcionários já ingressam com inscrição automática
Empossados no último dia 23 de fevereiro, 54 novos funcionários do Banco do Nordeste já começaram sua trajetória profissional com uma decisão importante resolvida desde o primeiro dia: a participação no Plano CV I da Capef.
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Novos funcionários do BNB já iniciam jornada com proteção previdenciária ativa no Plano CV I

Empossados no último dia 23 de fevereiro, 54 novos funcionários do Banco do Nordeste já começaram sua trajetória profissional com uma decisão importante resolvida desde o primeiro dia: a participação no Plano CV I da Capef.

Esta foi a primeira turma a ingressar após a aprovação da inscrição automática no Plano, medida autorizada pela PREVIC que permite ao Patrocinador realizar a inclusão imediata dos novos empregados na previdência complementar.

Na prática, isso significa que, ao iniciar no Banco, o colaborador já passa a contar com uma poupança previdenciária estruturada, com contrapartida do Patrocinador e acesso às coberturas previstas no regulamento.

Durante a cerimônia de posse, o Diretor de Previdência da Capef, Henrique Tinoco, apresentou aos novos funcionários os principais pontos do Plano CV I, reforçando como o início antecipado das contribuições impacta diretamente no valor acumulado ao longo dos anos.

Um novo momento para o Plano CV I

A inscrição automática marca uma evolução na política previdenciária do Banco do Nordeste. Inspirada em modelos já adotados no serviço público federal, a medida fortalece a cultura de planejamento de longo prazo e reduz barreiras iniciais que muitas vezes levam à postergação da decisão.

Ao mesmo tempo, o novo empregado mantém a liberdade de escolha, podendo solicitar o cancelamento da inscrição dentro do prazo regulamentar.

O resultado prático é um ambiente em que a previdência complementar deixa de ser uma decisão adiada e passa a fazer parte natural do início da vida profissional no Banco.

Educação previdenciária continua sendo prioridade

Mesmo com a nova sistemática, a atuação da Capef permanece ativa. A área comercial e a Diretoria seguem presentes nas cerimônias de posse para apresentar regras, esclarecer dúvidas e orientar os novos Participantes sobre contribuições, tributação, rentabilidade e planejamento de longo prazo.

Para Henrique Tinoco, a lógica é a seguinte:
“A inscrição pode ser automática, mas a compreensão precisa ser consciente”.
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INVESTIMENTOS
Um olhar sobre os primeiros meses do ano
Com o primeiro trimestre quase se encerrando, 2026 já começa a dar os primeiros sinais sobre o comportamento dos investimentos ao longo do ano.
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Investimentos: um olhar sobre os primeiros meses do ano e o comportamento dos planos
Com o primeiro trimestre quase se encerrando, 2026 já começa a dar os primeiros sinais sobre o comportamento dos investimentos ao longo do ano.

Até fevereiro, os planos da Capef apresentaram os seguintes resultados:

Plano BD
Fevereiro: 0,75% | Meta: 0,93%
Acumulado 2026: 1,61% | Meta: 1,80%

Plano CV I
Fevereiro: 0,85% | Meta: 1,05%
Acumulado 2026: 1,73% | Meta: 1,84%

Plano Família
Fevereiro: 1,05% | Referência (105% do CDI): 1,05%
Acumulado 2026: 2,19% | Referência (105% do CDI): 2,29%

No Plano Família, os resultados seguiram próximos ao índice de referência. Já nos Planos BD e CV I, fevereiro trouxe uma diferença pontual em relação à meta, concentrada principalmente nesse mês.

Por que fevereiro não refletiu todo o resultado esperado?

Para entender o que aconteceu em fevereiro, é importante observar como são feitos os dois cálculos que aparecem no resultado dos planos.

De um lado, estão os investimentos, que no caso da Capef são majoritariamente aplicados em títulos públicos atrelados à inflação (NTN-Bs).
Esses títulos são atualizados com base em uma prévia da inflação.

Do outro lado, está a meta atuarial, que é calculada com base na inflação já apurada oficialmente no mês.

Em fevereiro, essa diferença foi bastante significativa, com a prévia da inflação em torno de 0,45% e o índice efetivo próximo de 0,70%.

Ou seja:

Os investimentos foram calculados com uma inflação (prévia) de 0,45%. A meta foi calculada com uma inflação (efetiva) de 0,70%. Isso gerou um descasamento no resultado daquele mês.

Um ponto é importante ser destacado: não houve perda de rentabilidade.

A diferença está apenas no momento em que esse resultado aparece.

Quando o índice mais atualizado entra no cálculo dos títulos, esse rendimento passa a ser incorporado — o que já começou a ser observado nos resultados de março, cuja rentabilidade já supera a meta atuarial no acumulado do ano.

Comparativo com o mercado

Buscando ampliar a transparência, a Capef passou a divulgar já há algum tempo, além da meta atuarial, comparativos com a média de planos acompanhados pela Aditus Consultoria.

Como pode ser visto abaixo, quando observamos períodos mais longos, de 10 anos, os planos da Capef apresentam desempenho consistente, posicionando-se bem acima do mercado em seu segmento, e também acima dos índices comparativos.


Já no curto prazo, especialmente ao longo de 2025 e neste início de 2026, os planos da Entidade ficaram, em alguns momentos, abaixo da média de mercado.

A explicação está na forma como os recursos estão distribuídos entre as classes de ativos.
“O que explica esse movimento é a estratégia de alocação. Em 2025, ativos mais voláteis, como renda variável e multimercados, tiveram um desempenho muito forte, e a média de mercado estava mais exposta a essas classes”, afirma o Gerente de Investimentos da Capef, Marcelo D’Agostino.
Na Capef, a construção das carteiras segue outra lógica.
“No Plano BD, por exemplo, priorizamos maior estabilidade e aderência aos compromissos de longo prazo. Isso implica menor exposição a ativos mais arriscados. Em um cenário favorável ao risco, a média de mercado tende a apresentar retornos maiores no curto prazo”, explica.
Essa diferença não está ligada a erros na gestão dos investimentos. Ao analisar cada parte da carteira separadamente, os resultados seguiram dentro do esperado.

O que mudou foi a forma como os recursos estão distribuídos. A Capef optou por uma estratégia com menor exposição a ativos mais voláteis, enquanto a média de mercado estava mais posicionada justamente nessas classes que tiveram melhor desempenho no período.

Como a estratégia está posicionada hoje

Atualmente, a Capef mantém uma parcela relevante dos recursos investida em títulos públicos indexados à inflação (NTN-Bs), alinhados às características dos planos.

Essa alocação cumpre um papel importante na estrutura da carteira:

• garante previsibilidade de retorno real (IPCA + juros)
• contribui para o equilíbrio entre ativos e obrigações dos planos (ALM)
• reduz oscilações no curto prazo
• favorece o cumprimento da meta atuarial no longo prazo

Além disso, esses títulos permitem aproveitar oportunidades em determinados cenários de mercado.

Com a expectativa de queda de juros ao longo de 2026, esses ativos tendem a se valorizar, especialmente aqueles com prazos mais longos.
“Quando as taxas de juros caem, o preço desses títulos sobe. E quanto mais longo o prazo, maior tende a ser esse movimento”, destaca Marcelo.
Nesse contexto, a Capef pode adotar estratégias para capturar esse ganho adicional.

Uma delas é o chamado alongamento.

Na prática, a Entidade realiza a troca de títulos com vencimentos mais curtos por títulos com prazos mais longos, aproveitando o momento de valorização.

Esse movimento permite que o ganho seja reconhecido no resultado e, ao mesmo tempo, mantém a carteira alinhada à estratégia de longo prazo, sem aumento de risco relevante.
“É uma forma de combinar estabilidade com aproveitamento de oportunidades. A gente mantém a base da carteira protegida, mas não deixa de capturar valor quando o cenário é favorável”, explica.
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59 ANOS CAPEF
Quase seis décadas jogando juntos
Há 59 anos jogamos no mesmo time: o seu! E essa parceria é parte fundamental da história que celebramos em 2026, quando a Capef completou 59 anos jogando junto com quem acredita no futuro.
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Capef completa 59 anos jogando ao lado de quem pensa no futuro: você!
Há 59 anos jogamos no mesmo time: o seu!

E essa parceria é parte fundamental da história que celebramos em 2026, quando a Capef completou 59 anos jogando junto com quem acredita no futuro.

No dia 8 de março de 1967, a Capef nasceu do sonho de proporcionar mais segurança e mais possibilidades para os funcionários do Banco do Nordeste e seus familiares. Desde o início, o propósito sempre foi claro: cuidar da vida financeira hoje, pensando no amanhã.

Ao longo de quase seis décadas, nossa família cresceu. Com muito orgulho, passamos a proteger também o futuro dos funcionários do Grupo Camed, Inec, da própria Capef e dos familiares desses empregados e dos nossos participantes, que desde 2023 podem ser inscritos no Plano Família.

Essa trajetória é marcada por conquistas importantes, como a superação de R$ 7,6 bilhões em patrimônio de investimentos e mais de 19 mil participantes — números que reforçam a solidez, a sustentabilidade e a confiança na Entidade.

Cada participante tem seus próprios objetivos financeiros. Desde o início, a Capef atua para oferecer segurança e bem-estar por meio de soluções previdenciárias eficientes, em parceria com os patrocinadores.

Aos 59 anos, celebramos as histórias que ajudamos a construir e reforçamos nosso compromisso com responsabilidade, transparência e proximidade.

Seguimos juntos, jogando no mesmo time, construindo futuros e celebrando conquistas.

Capef
Há 59 anos jogando junto com você!


Como bônus, disponibilizamos aos participantes o calendário 2026 com datas importantes da entidade.

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COMUNIDADE PREMIADA
Participe das Comunidades e ajude a liberar prêmios!
No último dia 8 de março, a Capef celebrou 59 anos. Ao longo desse tempo, muita coisa mudou, mas um ponto permanece: a importância de manter os Participantes bem informados e próximos da Entidade. É nesse contexto que nasce a campanha Comunidade Premiada, criada para fortalecer as Comunidades no WhatsApp e incentivar a participação ativa de cada membro.
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Comunidade Premiada: Participe das Comunidades da Capef no WhatsApp e ajude a liberar prêmios!
No último dia 8 de março, a Capef celebrou 59 anos. Ao longo desse tempo, muita coisa mudou, mas um ponto permanece: a importância de manter os Participantes bem informados e próximos da Entidade. É nesse contexto que nasce a campanha Comunidade Premiada, criada para fortalecer as Comunidades no WhatsApp e incentivar a participação ativa de cada membro.

🏆 Como funciona a campanha

De março até 31 de julho de 2026, cada comunidade que alcançar 500 novos participantes libera automaticamente um sorteio de R$ 250,00 entre os membros do grupo.

Quando a meta for atingida:

-
o link do sorteio será divulgado exclusivamente dentro da comunidade correspondente;

- somente Participantes do respectivo plano poderão concorrer;

- e será elegível apenas quem estiver no grupo até o momento da realização e entrega do prêmio.

No total, a campanha pode distribuir até R$ 750,00 em vouchers, caso as três comunidades alcancem suas metas.

📲 Entre agora na Comunidade do seu plano

Se você ainda não participa, sua entrada é gratuita e leva menos de um minuto.

Se já está no grupo, vale convidar colegas e fortalecer sua comunidade!

👉 Comunidade do Plano BD

👉 Comunidade do Plano CV I

👉 Comunidade do Plano Família

💬 O que são as Comunidades da Capef no WhatsApp?

As Comunidades da Capef foram criadas para oferecer um canal direto, rápido e seguro de comunicação com os Participantes, tudo no seu smartphone.

Por meio delas, você recebe em primeira mão:

- resultados e desempenho dos planos;
- atualizações e mudanças relevantes;
- convites para eventos, campanhas e comunicados oficiais;
- conteúdos educativos que facilitam decisões mais conscientes sobre previdência.

Tudo isso em um ambiente:

- organizado,
- sem excesso de mensagens,
- sem grupos paralelos,
- e com a confiabilidade da informação oficial da Entidade.📌

Cada plano tem sua própria comunidade

As Comunidades são separadas por plano — BD, CV I e Plano Família — garantindo que cada Participante receba apenas conteúdos alinhados ao seu perfil e à sua realidade previdenciária.

Isso significa mais clareza, menos ruído e uma comunicação útil e direcionada.

Escolha a Comunidade do seu plano, entre na campanha e ajude a construir um canal cada vez mais forte de informação, relacionamento e benefícios.
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Futuro em pauta

Primeiro trimestre: o momento silencioso que define o ano
Entre promessas de virada de ano e prática efetiva, o que você já conseguiu colocar em movimento até agora?

O início do ano costuma vir carregado de promessas. Em janeiro, muitas pessoas dizem que vão organizar o orçamento, reduzir despesas e criar planos para o futuro. Agora, já na segunda quinzena de março, vale uma pergunta simples: o que realmente saiu do papel? Sem um plano de ação claro após a euforia inicial, a tendência é repetir os mesmos padrões do ano anterior.

Por isso, os primeiros meses de 2026, especialmente o primeiro trimestre, têm um papel estratégico. Eles funcionam como um período silencioso em que decisões pequenas agora podem trazer resultados significativos mais à frente.

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O início do ano costuma vir carregado de promessas. Em janeiro, muitas pessoas dizem que vão organizar o orçamento, reduzir despesas e criar planos para o futuro. Agora, já na segunda quinzena de março, vale uma pergunta simples: o que realmente saiu do papel? Sem um plano de ação claro após a euforia inicial, a tendência é repetir os mesmos padrões do ano anterior.

Por isso, os primeiros meses de 2026, especialmente o primeiro trimestre, têm um papel estratégico. Eles funcionam como um período silencioso em que decisões pequenas agora podem trazer resultados significativos mais à frente.

Não se esqueça que janeiro-fevereiro já contam como “parte do ano”

Especialistas em educação financeira destacam que o começo do ano é o momento em que a maioria das pessoas revisa metas, reavalia o que deu certo e o que não deu, e cria planos mais conscientes para os meses seguintes. Mesmo que a intenção de mudança comece em janeiro, é no fim de fevereiro e março que essas intenções começam a ganhar forma prática na vida financeira.

O movimento não se resume a “bom senso”: planejamento financeiro estruturado, que inclui revisão de orçamento, definição de metas e projeção de cenários futuros, ajuda as pessoas a monitorar onde estão gastando mais e a tomar decisões com base em dados, não em impulsos.

O que revisar no primeiro trimestre

1. Orçamento do ano e fluxo de caixa

Antes de qualquer plano de longo prazo, é essencial entender quanto dinheiro entra, quanto sai e para onde vai. Criar ou ajustar um orçamento no início do ano ajuda a tornar mais claro onde há espaço para economizar, investir ou aumentar contribuições voluntárias para previdência.

Perguntas úteis:

✅ Quais despesas do ano passado foram recorrentes e podem ser otimizadas?

✅ Há gastos fixos que já não fazem sentido?

✅ A reserva de emergência ainda é adequada?

2. Metas financeiras com prazo e números

Definir metas específicas muda a natureza do plano de ser “uma boa intenção” para algo concreto. Em vez de “quero poupar”, um objetivo claro poderia ser “destinar X% do salário mensal para reserva + previdência até junho”.

Definir metas assim, com datas e valores, cria um roteiro que é mensurável e revisável ao longo do ano.

3. Ajustes de curto prazo influenciam a previdência de longo prazo

Revisar o orçamento e economizar nos primeiros meses pode criar folga financeira mais adiante.

O efeito silencioso também influencia a previdência: aportes regulares feitos ao longo do ano (em vez de concentrados no fim do ano) aproveitam mais tempo em campo para crescer. Afinal, colocar dinheiro para trabalhar mais cedo geralmente produz resultados melhores no longo prazo do que esperar para investir tudo junto depois.

Para apoiar esse planejamento, os Participantes do Plano CV I e do Plano Família contam com o simulador da Capef. Nele, é possível calcular quanto aportar ao longo do ano para aproveitar o limite de dedução fiscal permitido na previdência complementar e já definir um parcelamento compatível com a sua realidade financeira.

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O que a psicologia financeira diz sobre esse momento

Há um fenômeno conhecido como fresh start effect (efeito de “novo começo”), em que marcos como o início do ano intensificam nossa motivação para fazer mudanças. Isso tem impacto real no sucesso das metas: começar reorganizando o orçamento, acompanhando gastos e criando hábitos consistentes agora aumenta a chance de manter esses comportamentos ao longo de 2026.

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