Vai investir para o longo prazo? Fator diversificação pode fazer a diferença

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4 de janeiro de 2021

Recentemente, mais precisamente no último dia 18 de dezembro, o portal “Valor Investe” (editoria de finanças do globo.com) publicou uma matéria intitulada “No 1º ano da reforma da Previdência, CDI bate 8 dos 10 maiores fundos”.

No texto, o jornalista traz um comparativo entre os resultados dos maiores fundos de previdência do Brasil e o CDI.

– Levantamento feito na plataforma Morningstar mostra que os dez fundos de previdência vendidos no varejo com maiores patrimônios líquidos acumulados no Brasil deixaram a desejar neste primeiro ano de reforma da Previdência. Desses, oito apanhavam do CDI em 12 meses até novembro. E todos eles rendem abaixo da inflação, ou seja, tem rendimento real negativo. Em alguns dos casos, também em períodos maiores que um ano – informa um trecho da reportagem.

O curioso da matéria em questão é que os 10 maiores fundos de previdência do Brasil têm algo em comum, são de renda fixa.

Esse aspecto levanta uma questão: por que os investidores brasileiros vêm escolhendo esses produtos, com baixo retorno, sem diversificação, quando existem outros disponíveis no mercado que são mais adequados para os fins previdenciários, horizonte de longo prazo, mais diversificados e com melhor retorno?

No texto, Marcelo d’Agosto, consultor financeiro e blogueiro do Valor Investe, dá o seu palpite:

– Como os juros eram muito altos, confortavelmente acima da inflação, praticamente qualquer aplicação rendia mais do que o IPCA. Então, o que as seguradoras vendiam era o acesso a uma aplicação que podia ser deduzida do Imposto de Renda, e a rentabilidade era praticamente secundária – explicou o especialista.

Vale destacar, no entanto, que o Brasil tem vivenciado um cenário de taxa de juros reduzida a níveis históricos. E isto faz com que uma carteira formada exclusivamente por ativos de renda fixa entregue resultados muito aquém das expectativas, diferentemente de um fundo previdenciário com investimentos bem diversificados. 

Para exemplificar, incluímos os dados dos Planos BD e CV I da Capef na tabela comparativa publicada pela reportagem.

Conforme pode ser visto na tabela, mesmo com patrimônios líquidos bem inferiores, ambos os planos administrados pela Capef obtiveram resultados confortavelmente superiores aos apresentados pelos 10 maiores fundos previdenciários renda fixa do país, em todos os horizontes de tempo expostos.

De acordo com o Diretor de Administração e Investimentos da Capef, Marcos Miranda, além de possuir um bom histórico de gestão, os planos administrados pela Entidade se sobressaem pelo fator diversificação.

“Nem só de renda fixa deve ser o mundo dos investimentos voltados aos objetivos previdenciários. Muito pelo contrário. Como o horizonte de um plano de previdência é de longo prazo, o fator diversificação pode ser decisivo para que o retorno das aplicações esteja de acordo com as expectativas previdenciárias do investidor”, analisa o dirigente.

Para que o investidor não se arrependa de suas escolhas, Marcos sugere que cada um faça algumas reflexões antes de decidir em que produto vai investir para a aposentadoria.

“Você avaliou seu perfil de investimentos adequadamente? Procurou (ou lhe foi oferecido) o produto previdenciário mais indicado para o seu perfil? Entendeu, de fato, as características das opções de planos disponíveis e se sentiu seguro para fazer sua escolha? ”

Com as respostas em mente, ficará mais fácil decidir onde investir!

Há produtos disponíveis no mercado que assumem um pouco mais de risco (reduzido pela diversificação) e, com isso, buscam apresentar retornos maiores.

Dentre eles, o próprio Plano CV I da Capef, que além de apresentar bons retornos, ainda possibilita quase 100% de rentabilidade imediata aos Participantes, com a contrapartida do Patrocinador.

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