Condel aprova ampliação de valores máximos de Empréstimos

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30 de junho de 2022

Buscando atender as principais demandas dos nossos Participantes, as alçadas da Capef aprovaram uma elevação nos valores máximos de concessão de Empréstimo a Participantes (EAP) dos Planos BD e CV I.

Referida mudança passa a vigorar a partir de julho* de 2022. As demais condições e regras dispostas na Política de Empréstimos permanecem inalteradas.

Confira na tabela abaixo os novos valores, de acordo com as faixas etárias:

PLANO BD

O limite é de até nove (09) salários/benefícios, não podendo superar aos valores da tabela abaixo, de acordo com a idade do participante, sendo limitado para os ativos também ao saldo da reserva passível de resgate (apenas as contribuições do participante) deduzindo o imposto de renda, na data da realização da operação:

Faixa

Idade

Valores Máximos
(até junho/22)

Valores Máximos
(a partir de julho/22)

I

Até 65 anos

R$ 107.000,00

R$ 126.000,00

II

De 66 a 75 anos

R$ 80.000,00

R$ 94.000,00

III

De 76 a 79 anos

R$ 46.000,00

R$ 54.000,00

IV

De 80 a 90 anos

R$ 31.000,00

R$ 36.000,00

 

PLANO CV I

O limite é de até cinco (05) salários/benefícios, não podendo superar aos valores da tabela abaixo, de acordo com a idade do participante, sendo limitado para os ativos também ao saldo da reserva passível de resgate (apenas as contribuições do participante) deduzindo o imposto de renda, na data da realização da operação:

Faixa

Idade

Valores Máximos
(até junho/22)

Valores Máximos
(a partir de julho/22)

I

Até 65 anos

R$ 107.000,00

R$ 126.000,00

II

De 66 a 75 anos

R$ 80.000,00

R$ 94.000,00

III

De 76 a 79 anos

R$ 46.000,00

R$ 54.000,00

IV

De 80 a 90 anos

R$ 31.000,00

R$ 36.000,00

* Considerando que não há liberação de empréstimos nos dois primeiros dias úteis de cada mês em função do fechamento dos registros contábeis, os novos valores máximos estarão disponíveis a partir de 05/07.

Clique aqui e confira mais informações sobre essa e outras regras contidas na Política de Empréstimo a Participantes.

Lembre-se: utilize esse recurso de forma consciente para evitar o endividamento!

Para te ajudar a refletir se é realmente necessária a contratação de empréstimos, separamos seis diferentes situações que podem, ou não, valer a pena a utilização desse recurso. Analise com clareza os exemplos citados e veja o que se adequa à sua realidade.

1) Se for pra gastar menos, vale a pena!

Imagina que você estourou dois cartões e está pagando parcelas altíssimas. Faça o cálculo: se obter um empréstimo para quitar os dois cartões gerar uma parcela MENOR da que você está pagando no momento, talvez seja bom considerar. Afinal, os juros dos cartões pelo não pagamento são gigantescos, a dívida sobe diariamente e a tendência é que vire uma grande bola de neve.

Ao escolher fazer um empréstimo pessoal, você passará a pagar um valor fixo somente a uma instituição e com juros pré-definidos. É um investimento para ter, novamente, o controle da sua vida financeira.

 

2) Se for para ganhar um desconto antecipado, vale a pena!

Em alguns casos, o pagamento antecipado de parcelas (de um financiamento imobiliário, por exemplo) pode gerar um bom abatimento no final do valor. Até mesmo algumas instituições financeiras, na hora de negociar dívidas, podem abrir exceções e ceder descontos consideráveis para encerrar sua dívida.

Se esse for o seu caso e se a parcela do empréstimo for razoavelmente menor que o pagamento mensal do bem em questão, é um bom investimento. Lembrando sempre de ter tudo na ponta do lápis para não se perder na troca de uma parcela por outra.

 

3) Se for para itens não essenciais, não vale a pena!

Roupas, perfumes, viagens, acessórios, tecnologia… fazem brilhar os olhos de todos, mas, no fim das contas, só devem ser consumidos quando o dinheiro não vai fazer falta. Se a sua vontade de ter coisas for grande, fazer um empréstimo só para matar essa vontade não é uma boa opção. Controle a vontade de gastar e se programe melhor para comprar itens que realmente façam a diferença – e só quando tiver uma graninha sobrando!

 

4) Se for para investir em uma carteira sem planejamento, não vale a pena!

O primeiro mandamento de quem quer começar a construir uma carteira de investimentos é: elimine todas as suas dívidas. Se você está com a vida financeira descontrolada, pegar um empréstimo só para começar a criar a sua carteira de investimentos, ainda que sejam de alta liquidez, não é uma boa opção. Organize, primeiro, as suas finanças e, posterior a isso, inicie a sua vida de investidor(a).

 

5) Se for para investir em um negócio com boas perspectivas de retorno, PODE valer a pena!

Se a situação for com foco em investir ou até ampliar o seu negócio, pode valer a pena. É de suma importância que o empréstimo tenha uma finalidade bem definida e não seja desviado no meio do percurso. Não é válido utilizá-lo para cobrir despesas quando o objetivo principal era outro. Mantenha a meta até o final e balize as suas decisões com o planejamento financeiro debaixo do braço. Afinal, o empréstimo deve ser uma ajuda, não a sua ruína.

 

6) Se for para investir em conhecimento, PODE valer a pena!

Existem cursos muito específicos que realmente podem dar um upgrade salarial na sua carreira. Se o empréstimo em questão for para investimento intelectual e que o retorno venha em um prazo bem determinado, pode valer a pena.

A dica, para este caso, é verificar se alguma outra conta ficará descoberta, pois, no decorrer do curso, o ideal é que o compromisso com a instituição seja honrado e o dinheiro permaneça com foco em finalizar a empreitada educacional. No fim das contas, avalie: será que um curso mais barato, um curso gratuito ou até uma consultoria com um profissional farão o mesmo efeito? Pontos a se pensar.

O que vale a pena mesmo é ser livre de dívidas, construir um futuro tranquilo e deixar o dinheiro trabalhar pra você. Se você escolhe esse caminho, lembre-se que a Capef está ao seu lado!

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